domingo, 11 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› Revolut diz que entrar no crédito à habitação é complexo› Arábia Saudita sofre pior ataque desde atentado de 2015› 9h Combustíveis: PS pede audição urgente› Estados Unidos atacam navio comercial no Golfo de Omã que partira de porto iraniano› MNE japonês e dos EUA conversam sobre assassinato em Okinawa e sanções contra TPI› Ex-presidente colombiano propõe rede mundial de "ativismo digital" de apoio a Lula no Brasil› China realiza "patrulha" marítima em torno de ilhas disputadas com o Japão› Justiça indiana liberta líderes do movimento dos "baratas", que mantêm protestos› Dança folclórica portuguesa património de Macau atrai mais chineses› Felipe VI faz na terça-feira primeira visita em 20 anos de um Rei de Espanha a Ceuta› Revolut diz que entrar no crédito à habitação é complexo› Arábia Saudita sofre pior ataque desde atentado de 2015› 9h Combustíveis: PS pede audição urgente› Estados Unidos atacam navio comercial no Golfo de Omã que partira de porto iraniano› MNE japonês e dos EUA conversam sobre assassinato em Okinawa e sanções contra TPI› Ex-presidente colombiano propõe rede mundial de "ativismo digital" de apoio a Lula no Brasil› China realiza "patrulha" marítima em torno de ilhas disputadas com o Japão› Justiça indiana liberta líderes do movimento dos "baratas", que mantêm protestos› Dança folclórica portuguesa património de Macau atrai mais chineses› Felipe VI faz na terça-feira primeira visita em 20 anos de um Rei de Espanha a Ceuta
Mundo

Ucrânia precisa de um novo presidente? O que disse Trump e as reações

Notícias ao Minuto - Mundo ·
Ucrânia precisa de um novo presidente? O que disse Trump e as reações

Donald Trump criticou este sábado o homólogo ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmando que é "hora da Ucrânia ter um novo presidente" para acabar a guerra com a Rússia, sublinhando que o Presidente russo, Vladimir Putin, quer a "resolução" do conflito.

"Sugiro-lhes que elejam um novo líder capaz de chegar a um acordo" , afirmou o Presidente norte-americano perante a imprensa na Casa Branca, condenando os ataques ucranianos às refinarias russas, que, segundo Trump, apenas agravam "o problema mundial" da escassez de gasóleo.

"É do seu interesse parar", advertiu Donald Trump, dirigindo-se ao Presidente ucraniano, numa referência ao anúncio de um acordo controverso entre Moscovo e Washington para a compra em grande escala de gasóleo russo.

O acordo é visto como uma forma de aliviar parcialmente os consumidores norte-americanos a menos de um mês de eleições intercalares cruciais para o futuro do mandato do bilionário norte-americano, ao constituir-se como uma paliativo para o aumento dos preços dos combustíveis nos Estados Unidos desde o início da guerra lançada em 28 de fevereiro contra o Irão por Trump e pelo governo israelita de Benjamin Netanyahu.

O pPresidente norte-americano afirmou ainda que o seu homólogo russo, Vladimir Putin, com quem falou ao telefone na sexta-feira, deseja "veementemente" "chegar a um acordo" para pôr fim à guerra com a Ucrânia.

"A Rússia gostaria de chegar a um acordo (...) mas, por uma razão ou outra, Zelensky não quer chegar a um acordo", afirmou Trump aos jornalistas.

Kirill Dmitriev, o principal negociador económico de Vladimir Putin, considerou "históricas" as declarações de Trump sobre o fim do apoio ao Presidente ucraniano.

O ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano, Andriy Sybiga, afirmou, por sua vez, que Zelensky "conta com o apoio do povo ucraniano" e que "merece ser apoiado".

O primeiro-ministro britânico, Andy Burnham, manifestou, por seu lado, a "total solidariedade" para com o Presidente ucraniano, durante uma conversa telefónica entre os dois líderes.

Antes das declarações inflamadas de Trump, Volodymyr Zelensky tinha denunciado o acordo russo-norte-americano como uma "decisão fraca" por parte dos Estados Unidos e uma oportunidade lucrativa para a Rússia reabastecer reservas e financiar a guerra.

O Presidente ucraniano também condenou novos ataques russos que causaram 21 mortos no sábado, dos quais 20 em Zaporizhzhya, no sudeste da Ucrânia.

"A Rússia expressou o agradecimento pelo levantamento das sanções às exportações de gasóleo, lançando cinco bombas sobre edifícios residenciais em Zaporizhzhya", afirmou.

Ler a notícia completa no Notícias ao Minuto - Mundo ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.noticiasaominuto.com — o conteúdo pertence a Notícias ao Minuto - Mundo.

Este assunto em outros veículos

Mais de Notícias ao Minuto - Mundo

Ver tudo ›

Mais em Mundo

Ver tudo ›