sexta-feira, 9 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› 01h Linha da Beira Baixa está cortada devido a um acidente entre um carro e um comboio› "Macron, estás lixado". Manifestantes recorrem à destruição porque, "de forma pacífica, não se consegue ser ouvido"› Liceu francês em Lisboa fecha portas por precaução a protestos› Marco Rubio recusa "entrar em pormenores" sobre utilização polémica da Base das Lajes› Porsches, relógios de luxo e dinheiro vivo. Megaoperação "Hermes" resulta na detenção de quase 40 suspeitos› Governo reforma direção do SNS com fusão de organismos: "Já devia ter acontecido há muito tempo"› "Maricarmen representou a luta do fraco contra o poderoso". Manifestantes recordam idosa que fez os espanhóis sair à rua› GNR realiza mais de uma dezena de detenções ligadas ao tráfico de droga numa só madrugada› Exames de ADN e análise a impressões digitais do laboratório da PJ violam normas da UE. Falhas podem afetar casos do passado› Organização Mundial de Meteorologia avisa que o El Niño deste ano pode ser o mais forte de sempre› 01h Linha da Beira Baixa está cortada devido a um acidente entre um carro e um comboio› "Macron, estás lixado". Manifestantes recorrem à destruição porque, "de forma pacífica, não se consegue ser ouvido"› Liceu francês em Lisboa fecha portas por precaução a protestos› Marco Rubio recusa "entrar em pormenores" sobre utilização polémica da Base das Lajes› Porsches, relógios de luxo e dinheiro vivo. Megaoperação "Hermes" resulta na detenção de quase 40 suspeitos› Governo reforma direção do SNS com fusão de organismos: "Já devia ter acontecido há muito tempo"› "Maricarmen representou a luta do fraco contra o poderoso". Manifestantes recordam idosa que fez os espanhóis sair à rua› GNR realiza mais de uma dezena de detenções ligadas ao tráfico de droga numa só madrugada› Exames de ADN e análise a impressões digitais do laboratório da PJ violam normas da UE. Falhas podem afetar casos do passado› Organização Mundial de Meteorologia avisa que o El Niño deste ano pode ser o mais forte de sempre
Últimas

A incerteza económica está a envelhecer as lideranças

Diário de Notícias ·

Um estudo publicado em abril passado, e assinado pelos economistas Kecht, Lizzeri e Saidi, mostra que houve um envelhecimento expressivo dos presidentes executivos das empresas nos últimos anos.

Os dados concentram-se sobretudo nos EUA, mas a mesma tendência foi verificada na amostra utilizada de 19 países europeus, e englobam empresas cotadas e não cotadas.

Os economistas revelaram que a idade média de início de funções de um CEO saltou de 48 para 55 anos entre 2000 e 2023, enquanto a experiência acumulada antes da contratação também aumentou, naturalmente.

O envelhecimento das lideranças, mostra o estudo de Kecht, Lizzeri e Saidi, é particularmente significativo nas empresas que operam fora da bolsa – as grandes empresas muitas vezes desenvolvem os seus próprios quadros internamente, enquanto as empresas de menor dimensão recorrem fortemente a percursos externos diversificados, registando um envelhecimento mais acentuado na liderança, explicam os autores de Aging at the Very Top .

Portugal não foge à regra: a média da idade dos CEO em funções situa-se nos 56 anos.

No mesmo sentido, revelam outros dados publicados na semana pelo New York Post , a taxa de participação dos baby boomers – os nascidos entre 1946 e 1964 – na força de trabalho, atingiu os 19,2% nos EUA, um aumento em relação aos cerca de 12% registados na viragem do século.

Nos EUA, 42% dos CEOs em funções tinham 60 anos ou mais, um nível considerado elevado em comparação com normas históricas, escreve o mesmo jornal.

Ou seja, há mais pessoas mais velhas a trabalhar, e há líderes mais velhos a dirigir as empresas.

Os dados não deixam de causar alguma surpresa, sobretudo se pensarmos no atual momento de comunicação que vivemos: só ouvimos falar de inovação, startups , Inteligência Artificial, Tecnologia… tudo conceitos que nos remetem para juventude e energia.

Um presidente-executivo mais velho não aporta apenas experiência, mas também uma aversão ao risco que lhe é natural.

Então, o que se passa? Os especialistas apontam duas hipóteses, que possivelmente até coexistem: por um lado, muitos boomers recusam-se a sair dos cargos de direção, não apenas porque a esperança média de vida aumentou, mas também por razões psicológicas – a ideia de que a reforma nos aproxima da morte é sobretudo real nessa geração; por outro lado, o atual contexto de incerteza económica está a fazer com que muitas empresas prefiram jogar pelo seguro na escolha das suas lideranças.

Um presidente-executivo mais velho não aporta apenas experiência, mas também uma aversão ao risco que lhe é natural.

Ler a notícia completa no Diário de Notícias ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.dn.pt — o conteúdo pertence a Diário de Notícias.

Mais de Diário de Notícias

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›