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IP investe 700 milhões de euros no Alentejo até final de 2028 na rodovia e ferrovia

Diário de Notícias ·
IP investe 700 milhões de euros no Alentejo até final de 2028 na rodovia e ferrovia

A Infraestruturas de Portugal (IP) vai investir no Alentejo um total de 700 milhões de euros, até final de 2028, em obras na rodovia e ferrovia, realçou esta quinta-feira, 3 de setembro, o secretário de Estado das Infraestruturas.

Em declarações aos jornalistas, após presidir à inauguração da nova Variante Nascente a Évora do Itinerário Principal 2 (IP2), nas imediações desta cidade alentejana, o secretário de Estado Hugo Espírito Santo disse que a atuação da IP na região não se faz só de “grandes projetos”.

A empresa “vai investir no Alentejo, até ao final de 2028, 700 milhões de euros.

Não nos podemos esquecer que há muito daquilo que é feito que não tem uma visibilidade como esta obra tem ”, argumentou.

“Com 700 milhões de euros, há muita obra que é feita e que, se calhar, não olhamos para ela com esta pompa e circunstância, mas que se concretiza”, frisou o governante.

Segundo o secretário de Estado das Infraestruturas, este ‘bolo’ vai ser aplicado em obras na ferrovia e na rodovia, sendo distribuído pelos “três distritos do Alentejo”.

A nova Variante Nascente a Évora do Itinerário Principal 2 (IP2) hoje inaugurada resultou de um investimento de 54,9 milhões de euros, financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

Com 12,8 quilómetros de extensão e perfil de autoestrada, ou seja, dupla faixa de rodagem em cada sentido, a nova variante liga o Nó de Évora Nascente da Autoestrada 6 (A6) à Estrada Nacional 18 (EN18), no troço entre a cidade alentejana e o IP2.

Questionado pelos jornalistas sobre o papel desta nova via na segurança rodoviária, o secretário de Estado das Infraestruturas disse ser “importante”, por ter perfil de autoestrada.

“Nós sabemos que estradas com separador central, com duas faixas [de rodagem], são muito mais seguras, permitem muito mais fluidez, muito mais conforto” e este tipo de perfil “ajuda muito a reduzir aquilo que é a sinistralidade rodoviária”.

E esta variante “não serve apenas Évora”, é uma obra que tem “dimensão nacional” , acrescentou, observando que o país precisa “de um Alentejo que esteja muito mais ligado”, para que “se possa desenvolver e continuar a crescer”.

Questionado pela agência Lusa sobre o troço rodoviário ainda em falta para concluir o IP2, junto a Évora, o governante assegurou que esse será “um passo subsequente” a esta obra .

“A IP está a trabalhar para ver quando o podemos lançar e quando o podemos concretizar”, referiu.

Hugo Espírito Santo realçou ainda que o PRR teve a “virtude” de “estimular a IP para um novo ciclo de crescimento e de investimento”, após “vários anos” em que a empresa esteve “numa lógica de manutenção mínima daquilo que eram as infraestruturas”.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.dn.pt — o conteúdo pertence a Diário de Notícias.

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