domingo, 18 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› BE diz que lei do arrendamento vai para "o lixo". Ventura? "À rasca"› Segundo dia de agitação e pilhagens em Milão com confrontos com a polícia› Macron exprime "vergonha" após tumultos e apela ao diálogo responsável a seis meses das eleições› Macron pede ao governo que retire "lições". "Espero respostas claras"› Protestos pela habitação em Lisboa contam com testemunhos de cidadãos› Bolsonaristas enchem Paulista para "libertar Brasil" e prender o "Xandão"› Prata e bronze para Portugal na Taça do Mundo de trampolins de Cottbus› Pedro Duarte aguarda resposta do movimento pela habitação para reunião› Barco "desgovernado" no rio Sado após tripulante cair "à água". Há vídeo› Tempestade causa um morto na Catalunha e destruição noutras regiões› BE diz que lei do arrendamento vai para "o lixo". Ventura? "À rasca"› Segundo dia de agitação e pilhagens em Milão com confrontos com a polícia› Macron exprime "vergonha" após tumultos e apela ao diálogo responsável a seis meses das eleições› Macron pede ao governo que retire "lições". "Espero respostas claras"› Protestos pela habitação em Lisboa contam com testemunhos de cidadãos› Bolsonaristas enchem Paulista para "libertar Brasil" e prender o "Xandão"› Prata e bronze para Portugal na Taça do Mundo de trampolins de Cottbus› Pedro Duarte aguarda resposta do movimento pela habitação para reunião› Barco "desgovernado" no rio Sado após tripulante cair "à água". Há vídeo› Tempestade causa um morto na Catalunha e destruição noutras regiões
Ciência

O “casal” abraçado há 12 mil anos era afinal mãe e filha

ZAP ·
O “casal” abraçado há 12 mil anos era afinal mãe e filha

Romito 1 e Romito 2, provavelmente mãe e filha, foram sepultadas juntas há cerca de 12.000 anos no sul de Itália

Um abraço com 12.000 anos, durante décadas interpretado como sendo o de um homem e uma mulher, conta afinal uma história diferente: uma análise genética revelou que se tratava afinal de duas mulheres, uma das quais com uma doença hereditária rara que continua a afetar famílias nos nossos dias.

Em 1963, uma equipa de arqueólogos que trabalhava na Gruta de Romito , na Calábria, no sul de Itália, descobriu uma sepultura paleolítica com dois indivíduos enterrados juntos há cerca de 12.000 anos, tão próximos que parecem estar abraçados.

Durante décadas, os cientistas consideraram que o mais pequeno dos esqueletos seria o de um jovem com uma forma de nanismo , devido à forma e às proporções dos ossos.

Uma equipa liderada por Daniel Fernandes , da Universidade de Coimbra, em colaboração com Ron Pinhasi , da Universidade de Viena, Adrian Daly , do Centro Hospitalar Universitário de Liège, e Alfredo Coppa, da Universidade Sapienza de Roma, extraiu e sequenciou ADN antigo dos dois esqueletos.

Os resultados do estudo , publicados em janeiro no New England Journal of Medicine , mostraram que ambos os indivíduos eram do sexo feminino e que tinham uma relação de parentesco próxima, muito provavelmente mãe e filha.

A determinação do sexo a partir apenas da forma dos ossos sempre implicou alguma margem de erro, sobretudo em indivíduos que morreram jovens ou cujos esqueletos estão incompletos.

O esqueleto Romito 2 , o mais pequeno, encontrava-se suficientemente perto dessa margem para que a interpretação original de “jovem do sexo masculino” fosse, na altura, razoável.

A análise de ADN não tem a mesma ambiguidade, e deu à equipa duas respostas de uma só vez: o sexo dos dois indivíduos e, através do padrão de marcadores genéticos partilhados, a relação familiar entre ambos.

O ADN identificou também algo que as proporções do esqueleto já sugeriam, mas que por si só não conseguiam confirmar: uma mutação no gene NPR2 .

Na mais nova das mulheres, a mutação estava presente nas duas cópias do gene.

Trata-se de uma variante homozigótica que causa displasia acromesomélica de tipo Maroteaux, uma doença hereditária rara que provoca baixa estatura acentuada e membros mais curtos, principalmente nos antebraços e na parte inferior das pernas.

A mulher mais velha, a mãe, tinha uma cópia da mesma mutação. Esta forma heterozigótica está associada a uma forma mais ligeira de baixa estatura .

A displasia acromesomélica de tipo Maroteaux continua a ser um diagnóstico reconhecido pela genética clínica moderna e é causada por mutações que afetam o papel do gene NPR2 na regulação do crescimento ósseo.

Ler a notícia completa no ZAP ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em zap.aeiou.pt — o conteúdo pertence a ZAP.

Mais de ZAP

Ver tudo ›

Mais em Ciência

Ver tudo ›