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PGR diz que Ministério Público trabalha para que “tudo seja rápido” nos casos que envolvem MAI e Chega

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PGR diz que Ministério Público trabalha para que “tudo seja rápido” nos casos que envolvem MAI e Chega

O procurador-geral da República afirmou esta terça-feira que o Ministério Público está a “trabalhar para que tudo seja rápido” nos casos que envolvem o ministro Luís Neves e da alegada invasão e roubo no gabinete do presidente do Chega.

Investimento no Palácio da Justiça de Beja ronda 5,6 milhões Ler Mais “Estamos a trabalhar para que tudo seja rápido”, afirmou o procurador-geral da República (PGR), Amadeu Guerra, ao ser questionado pelos jornalistas sobre estes casos no final da cerimónia de inauguração do novo Palácio de Justiça de Beja.

Em relação aos inquéritos que envolvem o ministro da Administração Interna, Luís Neves, o PGR referiu que o Ministério Público (MP) tem diligências previstas e está “à esperas que sejam feitas”.

“Os processos estão em segredo de justiça” , realçou Amadeu Guerra, perante a insistência dos jornalistas.

O PGR acedeu a falar sobre a averiguação em curso no Tribunal Administrativo e Fiscal (TAF) de Beja relativo às construções na propriedade que o MAI possui em Odemira, neste distrito alentejano.

“O MP está a recolher informação sobre os aspetos de licenciamento, se é necessário e se não é necessário, a fazer contactos com a câmara no sentido de perceber o que é que aconteceu, e (…) os aspetos do PDM [Plano Diretor Municipal], que aliás está em processo de alteração “, adiantou.

Segundo o PGR, neste caso, o MP quando estiver na posse de todos os elementos que entende necessários vai tomar uma decisão.

“Se verificarmos que há razões para propor uma ação administrativa, propomos a ação administrativa.

Se acharmos que não há razões para não pôr qualquer ação administrativa, não o faremos”, sublinhou.

Quanto aos outros casos que envolvem o ministro, Amadeu Guerra frisou que se trata de “processos-crime, que estão em segredo de justiça”.

Sobre a alegada invasão e roubo no gabinete do líder do Chega, André Ventura, no parlamento, o PGR limitou-se a adiantar que o processo “está em investigação com celeridade”, assinalando que até “decorreu durante as férias”.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.

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