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7h. Protestos. MAI reúne-se com estruturas da PSP e GNR

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7h. Protestos. MAI reúne-se com estruturas da PSP e GNR

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Bom dia. Pedro Passos Coelho vai apresentar propostas concretas de governação no final de novembro. O ex-primeiro-ministro reforça o aviso: o tempo para avançar com reformas está a esgotar-se. Passos Coelho esteve ontem no Porto a apresentar o estudo promovido pela Associação Comercial do Porto e do qual o ex-primeiro-ministro faz parte. O objetivo é discutir propostas de reformas em Portugal. As medidas concretas ainda não são conhecidas, só vão ser divulgadas no final de novembro, daqui a dois meses. Mas o ex-primeiro-ministro dá pistas no prefácio que assina no novo livro do comentador e colunista d'O Expresso, Pedro Gomes Sanchez. As reformas sugeridas por Passos Coelho para concretizar em oito anos estão divididas em quatro pilares. Maria Miguel Marques.

Em primeiro lugar, surge a componente contributiva da Segurança Social, o sistema previdencial. O governo decidiu colocar o estudo de Jorge Bravo na gaveta. Passos Coelho quer que o assunto seja discutido já. O antigo primeiro-ministro diz que a sustentabilidade financeira da Segurança Social vai continuar comprometida durante mais de década e meia. Os problemas de sustentabilidade financeira vão depois passar a problemas de sustentabilidade social e, por isso, o governo deve considerar outras dimensões de mudança estrutural. O segundo pilar do estudo de Passos Coelho são políticas relacionadas com a melhoria significativa da produtividade e da competitividade econômica, sem cujo sucesso, todas as outras parecerão ainda mais difíceis de atingir. Em terceiro lugar, Passos Coelho estuda as políticas sociais que apresentam desqualificação maior e que têm maior impacto no bem-estar, no crescimento e na sustentabilidade financeira e social, como a saúde e a educação. E por fim, Passos Coelho fala sobre as políticas de reforma do Estado. Sobre esta última, o ex-líder do PSD alerta que tem de incluir a defesa e a segurança face aos desenvolvimentos geopolíticos europeus e mundiais, mas destaca também a Justiça, com prioridade para a tributária e administrativa. Para o antigo governante, é também importante, nessa visão para o país, promover a transparência no funcionamento da máquina pública, complementada com a aposta no mérito e na competência contra a corrupção, o nepotismo e o clientelismo.

Um mês de ação, mobilização e luta, com o objetivo de realização de plenários, greves, mobilização para piquetes de greve, para ações concretas das empresas, para discutir com os trabalhadores a ação reivindicativa, empresa a empresa, local de trabalho em local de trabalho, envolver os trabalhadores na discussão política, porque é fundamental que os trabalhadores tenham conhecimento, como tiveram relativamente ao pacote laboral, dos ataques que estão em curso aos seus direitos.

O secretário-geral da CGTP, Tiago Oliveira, em declarações numa conferência de imprensa ontem à tarde, defende que o governo tem tudo para valorizar e aumentar os salários em Portugal.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

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