sábado, 10 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› Irlanda espera acordo UE sobre orçamento 2028-2034 até ao natal› Cineasta canadiano filho de mãe portuguesa inspira-se em Leiria para criar filme de animação› Governo avança com apoio financeiro para proteger rebanhos de lobos› Presidência irlandesa propõe cortes de 8% no orçamento da UE até 2034› Polígrafo. Dinheiro em numerário acima dos 10 mil euros vai passar a ser ilegal?› Polígrafo. Estão afixados cartazes com médicas islâmicas nos centros de saúde e hospitais portugueses?› Polígrafo. Paragem do sistema eletrónico prejudicou Flávio Bolsonaro?› Polígrafo. Alívio fiscal só dá para pagar meio litro de combustível?› Polígrafo. Lei em vigor permite que crianças façam cirurgia para mudar de sexo?› Veja na íntegra o Polígrafo TVI desta semana› Irlanda espera acordo UE sobre orçamento 2028-2034 até ao natal› Cineasta canadiano filho de mãe portuguesa inspira-se em Leiria para criar filme de animação› Governo avança com apoio financeiro para proteger rebanhos de lobos› Presidência irlandesa propõe cortes de 8% no orçamento da UE até 2034› Polígrafo. Dinheiro em numerário acima dos 10 mil euros vai passar a ser ilegal?› Polígrafo. Estão afixados cartazes com médicas islâmicas nos centros de saúde e hospitais portugueses?› Polígrafo. Paragem do sistema eletrónico prejudicou Flávio Bolsonaro?› Polígrafo. Alívio fiscal só dá para pagar meio litro de combustível?› Polígrafo. Lei em vigor permite que crianças façam cirurgia para mudar de sexo?› Veja na íntegra o Polígrafo TVI desta semana
Últimas

“Atrair os melhores só com cultura de bem-estar”, alerta CEO do Grupo Bernardo da Costa

Diário de Notícias ·
“Atrair os melhores só com cultura de bem-estar”, alerta CEO do Grupo Bernardo da Costa

No atual cenário laboral, as pessoas têm o poder de escolher onde querem trabalhar, impulsionando empresas a promoverem uma cultura de bem-estar.

Ricardo Costa, CEO do grupo Bernardo da Costa, que lidera 22 empresas em oito países, destacou esta necessidade durante um almoço-debate no International Club of Portugal (ICPT) esta terça-feira.

Inspirado pela criação do Ministério da Felicidade no Dubai, o empresário bracarense implementou o primeiro "Departamento da Felicidade" no seu grupo em 2017.

A iniciativa, desenvolvida após a sua experiência no Dubai, visa transformar a cultura organizacional, promovendo a felicidade como estratégia lucrativa.

Este conceito é também o tema central do seu livro recentemente publicado: "A Felicidade é Lucrativa".

Perante a plateia do ICPT, o gestor explicou que transformou "portas frias em portas quentes" ao investir na “felicidade organizacional”.

Atualmente, diz que fala mais de bem-estar e menos de felicidade e não acredita em quem “despeja benefícios para obter a felicidade”.

O relevante, frisa ainda, é o “ambiente de liberdade”, no sentido de que, se o dia não corre bem, há pessoas na empresa que o vão ajudar, sendo que “a cultura do bem-estar é feita todos os dias”, e não por frases feitas e escritas nos espaços das empresas.

Realça que o importante é criar formas de cuidar do equilíbrio e do bem-estar para atingir a felicidade.

Nos tempos que correm, “há transições com grande velocidade”, como no caso da geopolítica, e destacou os 120 focos de tensão atuais em todo o mundo; o problema da demografia que obrigou à imigração; e ainda o tema ambiental, a par do desenvolvimento da tecnologia e o impacto da Inteligência Artificial no futuro das organizações e do emprego.

Aliás, o grande paradigma está no mercado de trabalho, com os melhores colaboradores a escolherem onde querem trabalhar, o que, diz, “constitui um desafio para as lideranças”.

O drama português reside nos jovens com a emigração e deu o exemplo de um survey na Universidade do Porto em que 70% dos inquiridos querem concluir os mestrados e sair do país.

Frisa que “são precisas lideranças para transformar as organizações e torná-las mais atrativas, é necessário lideranças inspiradoras e lideranças humanizadas”, que se estruturam nos pilares do erro; da adaptação à mudança; do propósito ou razão para o trabalho comum; nas relações, com mais comprometimento; ainda no salário, o indicador valorizado como número um; ainda a empatia, que significa fazer contigo e é diferente de simpatia; e, não menos relevante neste pilar da liderança humanizada, o exemplo, com equipa comprometida.

Ler a notícia completa no Diário de Notícias ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.dn.pt — o conteúdo pertence a Diário de Notícias.

Mais de Diário de Notícias

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›