domingo, 18 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› Trump acusa Zelensky de não querer "acabar com a guerra" na Ucrânia› 22h Portugal conquista bronze no mundial de hóquei em patins› Montenegro "não foi feliz, acabou por atirar gasolina para a fogueira"› Fólio 2027 vai assinalar os 500 anos da morte de Maquiavel sob o tema "Quem conta o Mundo?"› "No Brasil, a tradição é que a segunda volta não é a continuidade da primeira, é uma nova eleição"› "A maioria dos outros candidatos eram anti-lula, então a probabilidade da maioria dos votos destes candidatos derivarem para Bolsonaro é muito grande"› Mais de dois mil detidos, 600 polícias feridos e novos confrontos em Paris. Macron acusa a extrema-esquerda de semear o caos em França: “Quem destruiu tem de pagar”› "Estamos a falar de pessoas que pacificamente se manifestam contra um problema com o qual larga maioria dos portugueses se depara"› "Há muitas dúvidas sobre a atuação da polícia no Porto, e se isso não existisse talvez tivéssemos visto na noite passada uma intervenção parecida"› "Lula é um candidato de outra época e gosta da campanha de rua", mas agora "mudou a estratégia" e aposta em "vídeo-selfie" nas redes sociais› Trump acusa Zelensky de não querer "acabar com a guerra" na Ucrânia› 22h Portugal conquista bronze no mundial de hóquei em patins› Montenegro "não foi feliz, acabou por atirar gasolina para a fogueira"› Fólio 2027 vai assinalar os 500 anos da morte de Maquiavel sob o tema "Quem conta o Mundo?"› "No Brasil, a tradição é que a segunda volta não é a continuidade da primeira, é uma nova eleição"› "A maioria dos outros candidatos eram anti-lula, então a probabilidade da maioria dos votos destes candidatos derivarem para Bolsonaro é muito grande"› Mais de dois mil detidos, 600 polícias feridos e novos confrontos em Paris. Macron acusa a extrema-esquerda de semear o caos em França: “Quem destruiu tem de pagar”› "Estamos a falar de pessoas que pacificamente se manifestam contra um problema com o qual larga maioria dos portugueses se depara"› "Há muitas dúvidas sobre a atuação da polícia no Porto, e se isso não existisse talvez tivéssemos visto na noite passada uma intervenção parecida"› "Lula é um candidato de outra época e gosta da campanha de rua", mas agora "mudou a estratégia" e aposta em "vídeo-selfie" nas redes sociais
Economia

ANAV diz que escolha da Lufthansa “pode dar solidez à TAP” mas sucesso “depende das garantias”

Jornal Económico ·
ANAV diz que escolha da Lufthansa “pode dar solidez à TAP” mas sucesso “depende das garantias”

A ANAV – Associação Nacional de Agências de Viagens, reagiu à escolha da Lufthansa como parceira estratégica da TAP no processo de privatização da companhia aérea de bandeira.

Miguel Quintas, presidente da ANAV – Associação Nacional de Agências de Viagens considera que a operação “é relevante para o posicionamento estratégico da TAP” dado o impacto de integração da companhia portuguesa num grande grupo internacional e as possíveis consequências para a oferta de rotas, a competitividade do mercado e os interesses dos passageiros e dos operadores turísticos nacionais.

Em declarações ao Jornal Económico, o responsável diz que “a escolha da Lufthansa pode dar à TAP maior solidez e capacidade para crescer.

Mas, na perspetiva do mercado e das agências de viagens, o sucesso desta operação dependerá das garantias que trouxer: preservar e reforçar o hub de Lisboa, aumentar a conectividade e proteger a livre concorrência.” A decisão, formalizada após reunião extraordinária do Conselho de Ministros, é um dos momentos mais estruturantes da década para o turismo nacional.

Na reação o presidente da ANAV – Associação Nacional de Agências de Viagens, que foi dos protagonistas mais interventivos do ecossistema turístico português ao longo de todo o processo, manifestou reiteradamente a sua preocupação quanto ao futuro.

Para a ANAV, “esta não é apenas uma decisão empresarial; é uma decisão de política de Estado que vai condicionar a conectividade aérea de Portugal, a distribuição turística pelo território e a competitividade do destino nos próximos vinte anos”.

A Lufthansa ganhou a corrida à TAP impondo-se à concorrente Air France-KLM na corrida à aquisição de 44,9% do capital.

A proposta da Lufthansa valorizou o crescimento da TAP no mercado brasileiro, a expansão do hub de Lisboa e o reforço da operação no Porto, além de uma posição alinhada com os planos do Governo para a expansão da capacidade aeroportuária de Lisboa — incluindo o novo aeroporto e o reforço da Portela.

A superior capacidade financeira do grupo alemão terá sido decisiva na escolha final.

Para a ANAV, é agora que começa o momento decisivo.

“Como já defendemos publicamente, as agências de viagens têm de ser ouvidas e envolvidas neste processo.

Precisamos de acesso transparente às tarifas e de condições comerciais que valorizem a distribuição e permitam servir melhor os consumidores”, sublinha Miguel Quintas.

O responsável alerta ainda para o risco de que a integração num grande grupo internacional crie obstáculos à atividade das agências.

“A integração num grande grupo deve traduzir-se em mais opções e melhor serviço, sem criar novas barreiras à intermediação.

Ler a notícia completa no Jornal Económico ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em jornaleconomico.sapo.pt — o conteúdo pertence a Jornal Económico.

Este assunto em outros veículos

Mais de Jornal Económico

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›