Jovem moçambicano construiu 14 drones no quarto. O 15.º vai levar medicamentos a 200 km
Fazer um ‘drone’ exige programação, testes, impressão 3D e muito investimento, diz Cleiton — que chegou a chorar quando o primeiro ‘drone’ não respondia aos comandos.
Desde então, construiu 14 ‘drones’ destinados a filmagens, mapeamento, corridas e transporte de pequenas cargas.
O estudante moçambicano Cleiton Michaque está a testar um ‘drone’ com autonomia até 200 quilómetros e capacidade para transportar três quilogramas de carga, numa aposta para distribuir medicamentos e reduzir custos de entrega em zonas remotas de Moçambique.
“Em vez de usar a terra, por que não usamos o ar, o céu, como quem diz? Por que não usamos
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