9h. Morreu aos 98 anos a atriz brasileira Laura Cardoso
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As notícias com o Luís Soares. O incêndio em Torre de Moncorvo é o que está a preocupar mais as autoridades. Nesta altura, no combate às chamas, estão cerca de 440 operacionais. A Proteção Civil fala, esta manhã, em condições adversas.
Um incêndio que começou no sábado, chegou a estar dominado, mas entretanto reacendeu. É o incêndio que está a mobilizar mais meios em todo o país. Em declarações, há instantes, à Rádio Observador, o segundo comandante regional da Proteção Civil, Luís Araújo, diz que neste momento há três setores principais de combate às chamas e que os bombeiros aguardam, a qualquer momento, a chegada dos meios aéreos.
A linha de fogo está em vigilância na zona de Lousada, a oeste, junto da Capela de Santa Bárbara. Estamos a concluir trabalhos de contenção do setor bravo, combate direto a meia encosta, a progredir junto a uma linha d'água e que vamos tentar posicionar e colocar meios, bem como no setor Charlie. Temos uma frente ardendo livremente, que desce em direção à linha d'água, sem capacidade de entrada de meios. Estamos a reagrupar meios para conseguir fazer a entrada. Aguardamos, a todo instante, que existam condições para que se possam utilizar os meios aéreos.
De resto, nesta altura, a página da Proteção Civil já dá conta de dois meios aéreos no combate a este incêndio em Torre de Moncorvo. O segundo comandante da Proteção Civil, Luís Araújo, afirma também que a prioridade neste incêndio é proteger habitações, mas reforça que neste momento não há casas em risco.
Continuamos, como sempre e aqui, a dar prioridade àquilo que é a proteção dos aglomerados populacionais. Não existindo, neste momento, nenhum aglomerado em risco, mas sempre que tal aconteça, levamos a cabo aquilo que são a evacuação, se for necessário, ou então o simples confinamento da população, por vezes até para a sua segurança e controle emocional, em alguns casos.
O segundo comandante regional da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, Luís Araújo, a fazer o ponto de situação à Rádio Observador deste incêndio em Torre de Moncorvo. Não há a previsão de quando é que poderá ficar resolvido este incêndio no distrito de Bragança, até porque, como percebemos, a área que está a arder é de muito difícil acesso para os bombeiros.
E além deste incêndio em Torre de Moncorvo, Luís, há outros fogos a preocupar as autoridades esta manhã.
Um em Ponte de Lima, distrito de Viana do Castelo, onde estão mais de 200 operacionais, de acordo com fonte do Comando Sub-regional de Emergência e Proteção Civil do Alto Minho. Não há, nesta altura, casas em risco, mas também não há uma estimativa de quando é que vai ser possível resolver este incêndio. No local, já estão também dois meios aéreos a ajudar no combate às chamas em Ponte de Lima. Em Santo Tirso, no Porto, há cinco meios aéreos. Foi reforçado o combate com cinco meios aéreos. O combate a este incêndio em Santo Tirso, no distrito do Porto, incêndio com quatro frentes ativas em zona de mato. Não há, para já, danos em habitação nem pessoas feridas, é o que adianta à Agência Lusa a Proteção Civil.
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