sexta-feira, 16 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
Economia

Europa procura o amor à primeira vista para travar os carros chineses

Jornal Económico ·
Europa procura o amor à primeira vista para travar os carros chineses

Há carros que nunca chegam verdadeiramente a desaparecer.

Ficam guardados na memória de uma família, numa fotografia antiga, numa viagem de verão ou na lembrança daquele primeiro automóvel que parecia oferecer ao mundo inteiro um lugar no banco do passageiro.

É precisamente a esse território das emoções que os fabricantes europeus estão agora a regressar.

Com os construtores chineses a conquistarem espaço no mercado dos veículos elétricos, as marcas tradicionais procuram uma vantagem que não se compra apenas com baterias mais baratas ou ecrãs maiores: uma história partilhada com os seus clientes.

O Renault 5 voltou, o Citroën 2CV prepara o regresso e a Volkswagen procura inspiração nos seus clássicos.

Os modelos que fizeram parte da paisagem europeia durante décadas estão a ser reinventados para uma época em que o automóvel já não precisa de consumir gasolina para continuar a despertar paixões.

A tendência foi analisada pelo Financial Times , num artigo publicado a 15 de outubro, e pela Reuters, numa reportagem de 13 de outubro.

Ambas as publicações apontam para a mesma mudança de estratégia: perante a pressão das marcas chinesas, os fabricantes europeus estão a transformar o seu passado numa aposta para o futuro.

Há regressos que dispensam grandes apresentações.

O Renault 5 é um deles.

Lançado originalmente em 1972, o pequeno automóvel francês marcou uma época e conquistou um lugar especial na memória de muitos condutores.

Agora, regressa numa versão elétrica que conserva referências ao desenho original, mas procura responder às exigências de uma nova geração.

Segundo a Reuters, o novo Renault 5 elétrico tornou-se o automóvel elétrico de segmento médio mais vendido na Europa no período referido pela publicação, ajudando a impulsionar os resultados da Renault.

No primeiro semestre de 2026, as receitas do grupo aumentaram cerca de 9%, de acordo com os dados citados pela agência.

Ler a notícia completa no Jornal Económico ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em jornaleconomico.sapo.pt — o conteúdo pertence a Jornal Económico.

Mais de Jornal Económico

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›