sexta-feira, 16 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› 5h Desmobilizado protesto pela habitação no Porto por risco de distúrbios› As "más notícias" sobre a economia portuguesa que lançam "perspetivas negras" sobre o país› Europa "vem cometendo" um "suicídio energético". Miguel Sousa Tavares explica como› O "dia histórico" da privatização da TAP: 5.ª Coluna com Miguel Sousa Tavares na íntegra› Sousa Tavares: "Enquanto contribuinte, para mim o dia de ontem foi histórico. Estou cansado de dar dinheiro à TAP"› A banda formada pelo filho e netos de Gilberto Gil vai estar em Portugal este fim de semana› Exclusivo TVI. Eis as três mentiras de Luís Neves› Cessar-fogo de Trump por um fio: Rússia e Ucrânia trocam ataques e Putin renova ameaças› Montenegro diz que compra conjunta "não é solução" para a crise energética› "Macron está em guerra contra nós": estudantes franceses entram na quarta semana de protestos› 5h Desmobilizado protesto pela habitação no Porto por risco de distúrbios› As "más notícias" sobre a economia portuguesa que lançam "perspetivas negras" sobre o país› Europa "vem cometendo" um "suicídio energético". Miguel Sousa Tavares explica como› O "dia histórico" da privatização da TAP: 5.ª Coluna com Miguel Sousa Tavares na íntegra› Sousa Tavares: "Enquanto contribuinte, para mim o dia de ontem foi histórico. Estou cansado de dar dinheiro à TAP"› A banda formada pelo filho e netos de Gilberto Gil vai estar em Portugal este fim de semana› Exclusivo TVI. Eis as três mentiras de Luís Neves› Cessar-fogo de Trump por um fio: Rússia e Ucrânia trocam ataques e Putin renova ameaças› Montenegro diz que compra conjunta "não é solução" para a crise energética› "Macron está em guerra contra nós": estudantes franceses entram na quarta semana de protestos
Últimas

Cimeira de Luanda deve priorizar soluções para crise

Observador ·
Cimeira de Luanda deve priorizar soluções para crise

O representante da diplomacia angolana falava na abertura da reunião do Conselho Executivo da União Africana que tem a missão de preparar os documentos em discussão, no domingo, na 21.ª cimeira extraordinária de chefes de Estado e de Governo.

A capital angolana é a anfitriã do encontro, dedicado exclusivamente ao reforço dos mecanismos de prevenção e resolução de conflitos.

Para o ministro Téte António, não basta África continuar a reagir às crises depois de estas se instalarem – o continente tem de ter mecanismos com capacidade de antecipação e intervenções capazes.

A cooperação regional e continental, considerou, “continua a ser o caminho mais seguro para a paz duradoura”. Por isso, defendeu que “a cimeira de Luanda deve marcar a passagem das declarações políticas para soluções capazes de produzir efeitos práticos”.

Também nos discursos de abertura, o presidente do Conselho Executivo da União Africana, Édouard Bizimana, elogiou o empenho do chefe de Estado angolano, João Lourenço, no reforço dos mecanismos de prevenção e de resolução de conflitos em África.

João Lourenço foi nomeado campeão da União Africana para a Paz e Reconciliação em África e é o impulsionador da cimeira de Luanda dedicada ao tema da prevenção de conflitos.

O também chefe da diplomacia do Burundi, Édouard Bizimana, entende que o continente tem registado “uma evolução institucional significativa” com a criação de organismos como o Conselho de Paz e Segurança, o Sistema Continental de Alerta Precoce, o Comité de Inteligência e Segurança, a Força Africana em Estado de Alerta e a Força de Paz da União Africana.

Ainda assim, reconheceu que “África continua a enfrentar desafios significativos com conflitos persistentes e crises políticas”, bem como o terrorismo e o extremismo violento, a criminalidade transnacional organizada, os tráficos ilícitos, as tensões entre estados, crises humanitárias e deslocamentos forçados.

O programa “Silenciar as Armas” da Agenda 2063 da UA quer transformar África num continente mais pacífico, estável e seguro.

O presidente da Comissão da União Africana, Mahmoud Ali Youssouf, também se encontra em Luanda e foi recebido hoje pelo chefe de Estado angolano.

À margem da audiência, o presidente da Comissão defendeu que “África deve reforçar a capacidade de garantir meios próprios para a paz e segurança”.

“Não podemos esperar sempre pela ajuda externa. Temos de começar a organizar-nos para recuperar a nossa soberania e proteger o nosso continente com os nossos próprios esforços”, disse aos jornalistas.

A cimeira de Luanda, salientou, assume “capital importância” para a definição de mecanismos para reforçar a prevenção e resolução de conflitos.

Ler a notícia completa no Observador ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

Mais de Observador

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›