terça-feira, 20 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› Explosão em garagem provoca destruição em prédio de Coimbra e deixa dezenas de moradores desalojados› Sócrates voltou a tribunal mas sessão terminou poucos minutos depois› Só 1,3% das empresas conseguiu aumentar o volume de negócios de forma consecutiva nos últimos dez anos› À venda na Vinted: eis o destino de muitos dos produtos roubados em França› Há histórias que o tempo não consegue afundar. Esta é uma delas› Setor automóvel regista "explosão" da procura por peças usadas. Poupança ultrapassa os 70%› Outono veio para ficar e até granizo se espera› Este recorde faz Portugal transpirar: são nove ondas de calor, 98 dias› Esta ovelha portuguesa tornou-se um caso raro ao dar à luz› Padre morre atingido por cruz durante missa› Explosão em garagem provoca destruição em prédio de Coimbra e deixa dezenas de moradores desalojados› Sócrates voltou a tribunal mas sessão terminou poucos minutos depois› Só 1,3% das empresas conseguiu aumentar o volume de negócios de forma consecutiva nos últimos dez anos› À venda na Vinted: eis o destino de muitos dos produtos roubados em França› Há histórias que o tempo não consegue afundar. Esta é uma delas› Setor automóvel regista "explosão" da procura por peças usadas. Poupança ultrapassa os 70%› Outono veio para ficar e até granizo se espera› Este recorde faz Portugal transpirar: são nove ondas de calor, 98 dias› Esta ovelha portuguesa tornou-se um caso raro ao dar à luz› Padre morre atingido por cruz durante missa
Últimas

BE apela ao primeiro-ministro que retire proposta para alterar lei do arrendamento

Diário de Notícias ·
BE apela ao primeiro-ministro que retire proposta para alterar lei do arrendamento

O coordenador do Bloco de Esquerda desafiou esta segunda-feira, 19 de outubro, o primeiro-ministro a desistir de alterar a lei do arrendamento, retirando a proposta que está no Parlamento, e apelou ao Governo que oiça as revindicações de quem se tem manifestado.

“O primeiro-ministro, se for alguém responsável, deve retirar a iniciativa legislativa que submeteu ao Parlamento.

Creio que isso é do mínimo bom senso” , afirmou, considerando que a proposta aprovada na generalidade após um acordo entre PSD e Chega tem tido uma “reação pública tão negativa” e é “algo de aberrante”.

José Manuel Pureza, acompanhado do pelo deputado do partido, Fabian Figueiredo, e outros dirigentes do BE, visitou esta segunda-feira um prédio de habitação acessível, projeto da Junta de Freguesia de Benfica, em Lisboa.

Em declarações aos jornalistas no final da visita, o líder bloquista considerou que, se se tornar lei, a proposta vai “facilitar a subida das rendas sem limite” e “ofende a dignidade das pessoas”, pelo que não deve entrar em vigor.

Pegando nas palavras do ministro dos Assuntos Parlamentares, que avisou na semana passada que o Governo não vai ceder a “gritos da rua” no que toca à crise da habitação, o coordenador do BE sustentou: “Vão ter que o fazer […].

A generalidade das pessoas já derrotou aquela iniciativa legislativa e é preciso que ela seja retirada”.

O coordenador do BE saudou a iniciativa da junta liderada por Ricardo Marques (PS) e referiu que é um exemplo de que “é possível, assim haja vontade, determinação, coragem, oferecer às famílias que precisam de resolver o seu problema de habitação uma habitação digna, bem construída, com acabamentos muito para lá daquilo que se pode esperar e que sejam a preços acessíveis para a generalidade das famílias” .

“Isso é tanto mais importante quanto contrasta totalmente com aquilo que é a intenção dos partidos da direita, o PSD, o CDS, a Iniciativa Liberal e o aval do Chega para penalizar cada vez mais as famílias que precisam de habitação” , salientou.

Sobre as manifestações dos últimos dias, com acampamentos no Porto e em Lisboa, José Manuel Pureza apelou a “uma grande mobilização”, argumentando que “é ela que vai determinar a sorte da iniciativa legislativa no caso de o primeiro-ministro não a retirar voluntariamente”.

Para resolver a crise da habitação, o BE propõe limites às rendas, o aumento da oferta de casas públicas e a não subida dos créditos à habitação pela Caixa Geral de Depósitos, de cada vez que o Banco Central Europeu aumente os juros, através da diminuição da margem de lucro.

José Manuel Pureza considerou que estas são “propostas de bom senso e de responsabilidade”.

Ler a notícia completa no Diário de Notícias ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.dn.pt — o conteúdo pertence a Diário de Notícias.

Mais de Diário de Notícias

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›