Marco Silva aponta à final: «É essa a nossa ambição...»
Marco Silva, treinador do Benfica, em declarações na conferência de imprensa após a vitória frente ao Milan (2-0) , a contar para a primeira jornada da fase de liga da Liga Europa.
«Foi uma noite muito boa, não perfeita. Hoje demonstramos que há muito a melhorar, em alguns momentos do jogo, mas começar por dar os parabéns aos jogadores que foram extraordinários. Conseguiram executar também o jogo, o golo cedo ajudou-nos, não há que esconder. Trouxe-nos aquela confiança e tranquilidade para depois encarar o jogo já de outra forma.»
«Olhando para a nossa equipa hoje, alguns destes jogadores jogaram a primeira vez 90 minutos, El Karouani, o Alexandre Circati, o próprio Lukebakio...o próprio Kaminski já não jogava há algum tempo independentemente de ser um jogador muito físico.»
«Ganhar contra o Milan não é fácil, o Benfica é um clube enorme como o Milan também o é. Mas a realidade é que é a primeira vez que o Benfica ganha em jogos oficiais ao Milan. Eu tive bons feelings e um deles foi quando cheguei ao estádio, fui ver o relvado, e os adeptos do Benfica fizeram algo especial.»
«Em relação a sermos candidatos ou favoritos, eu não vou entrar por aí. Disse na minha apresentação que um clube como o Benfica se na Liga Europa pela sua dimensão... mas estão lá outros com grande dimensão também. Vamos tentar sempre jogar para ganhar e ir o mais longe possível na competição e ir ao último jogo. No final e fazermos as contas, mas é essa a nossa ambição. Deixar bem claro que há muitas e grandes equipas também nesta competição.»
«Em relação às dúvidas, eu tenho tido algumas. É bom ter dúvidas e os jogadores têm-me colocado essas dúvidas. Um clube que joga e que tem inspirações em quatro competições não pode ter só treze, quatorze ou quinze jogadores. Isso não existe. Os jogadores às vezes não compreendem, mas temos que lhes dar confiança. Não é fácil mudar desta forma como nós mudamos e eles responderam muito bem.»
«Kaminski hoje é um bom exemplo, este tipo de jogos são muito mais para o tipo de jogador que ele é, do que jogos em que as equipas estão num bloco muito baixo O Lenglet tem muito mais jogos que o Tomás.»
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