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Não formamos números. Formamos pessoas. A visão da Católica Porto SBE que conquista reconhecimento internacional

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Não formamos números. Formamos pessoas. A visão da Católica Porto SBE que conquista reconhecimento internacional

O que define uma boa escola de negócios? A posição que ocupa nos rankings internacionais? A empregabilidade dos seus diplomados? Ou a capacidade de preparar profissionais para os desafios que vão encontrar ao longo da carreira? A resposta dificilmente se resume a um único indicador.

Num mercado de trabalho em constante transformação, onde as competências técnicas precisam de acompanhar novas exigências, a qualidade da formação mede-se também pela capacidade de desenvolver pessoas, estimular o pensamento crítico e preparar profissionais capazes de fazer a diferença nas organizações.

É esta a visão que orienta a Católica Porto School of Business and Economics , uma escola de Gestão e Economia integrada na Universidade Católica Portuguesa, que alia o rigor académico a uma relação de proximidade com estudantes, docentes, alumni e empresas.

Com quase 40 anos de história, a Escola tem vindo a consolidar a sua projeção internacional, mantendo uma identidade profundamente ligada ao Porto e à região Norte.

Uma trajetória que encontra agora expressão na presença em cinco rankings internacionais do Financial Times.

Quando os resultados contam a história de quem aprende Os rankings são uma referência importante para quem procura formação superior, sobretudo num contexto em que a oferta académica é cada vez mais internacional.

Mas, para além das posições alcançadas, há indicadores que ajudam a compreender o impacto que uma experiência académica pode ter na vida profissional.

É o caso do Mestrado em Gestão da Católica Porto SBE , que, na edição de 2026 do Financial Times, alcançou o primeiro lugar mundial no indicador de progressão de carreira.

O resultado ganha outra dimensão quando analisado em conjunto com os restantes dados: três anos após a conclusão do programa, os alumni registam um aumento salarial de 73%, enquanto a taxa de empregabilidade atinge os 100% nos três meses seguintes à graduação.

O mestrado depois de uma subida de 29 lugares, registou a maior progressão entre os 100 programas classificados nesta edição, ocupando agora a 66ª posição mundial Também o Mestrado em Finanças reforçou a sua posição internacional.

Em 2026, subiu nove lugares, e destacou-se no décimo lugar no indicador de progressão de carreira dos alumni, ocupando agora o 54ª lugar mundial A empregabilidade voltou a atingir os 100% até três meses após a conclusão do programa.

Mais do que resultados académicos, estes indicadores ajudam a perceber de que forma a formação se traduz em oportunidades concretas, valorização profissional e novas perspetivas de carreira.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.dn.pt — o conteúdo pertence a Diário de Notícias.

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