sexta-feira, 16 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› 4h Combustíveis. Governo espera regularizar apoios às empresas de autocarros› 3h PSD, Chega e CDS querem não residentes a pagar no SNS. Esquerda rejeita› Pensou que tinha perdido o gato para sempre. 571 dias depois, conseguiu recuperá-lo› PSP justifica intervenção no Porto. Advogado dos manifestantes acusa polícia de atuação "perfeitamente desproporcional"› As "más notícias" sobre a economia portuguesa que lançam "perspetivas negras" sobre o país› Europa "vem cometendo" um "suicídio energético". Miguel Sousa Tavares explica como› O "dia histórico" da privatização da TAP: 5.ª Coluna com Miguel Sousa Tavares na íntegra› Sousa Tavares: "Enquanto contribuinte, para mim o dia de ontem foi histórico. Estou cansado de dar dinheiro à TAP"› A banda formada pelo filho e netos de Gilberto Gil vai estar em Portugal este fim de semana› Exclusivo TVI. Eis as três mentiras de Luís Neves› 4h Combustíveis. Governo espera regularizar apoios às empresas de autocarros› 3h PSD, Chega e CDS querem não residentes a pagar no SNS. Esquerda rejeita› Pensou que tinha perdido o gato para sempre. 571 dias depois, conseguiu recuperá-lo› PSP justifica intervenção no Porto. Advogado dos manifestantes acusa polícia de atuação "perfeitamente desproporcional"› As "más notícias" sobre a economia portuguesa que lançam "perspetivas negras" sobre o país› Europa "vem cometendo" um "suicídio energético". Miguel Sousa Tavares explica como› O "dia histórico" da privatização da TAP: 5.ª Coluna com Miguel Sousa Tavares na íntegra› Sousa Tavares: "Enquanto contribuinte, para mim o dia de ontem foi histórico. Estou cansado de dar dinheiro à TAP"› A banda formada pelo filho e netos de Gilberto Gil vai estar em Portugal este fim de semana› Exclusivo TVI. Eis as três mentiras de Luís Neves
Política

Moção de censura do Chega? Da "ameaça" ao silêncio. O que foi dito

Notícias ao Minuto - Política ·
Moção de censura do Chega? Da "ameaça" ao silêncio. O que foi dito

O presidente do Chega, André Ventura, ameaçou apresentar uma moção de censura ao Governo na sequência das polémicas que envolvem o ministro da Administração Interna, Luís Neves, notando que o governante "não tem nenhuma autoridade". As reações à ameaça começaram a surgir. E se, por um lado, houve quem desvalorizasse, outros remeteram-se ao silêncio.

Foi em declarações aos jornalistas, em Coimbra, esta sexta-feira, que André Ventura afirmou que se não houver uma "resolução" no caso de Luís Neves, o seu partido irá apresentar uma moção de censura ao Governo, na próxima terça-feira , 1 de setembro.

"Se este padrão ético continuar a existir, se não tivermos a resolução desta situação, juntar-nos-emos ao apelo que o Presidente da República fez e apresentaremos uma moção de censura na terça-feira, no dia 1 de setembro, no Parlamento", sublinhou.

O líder do Chega afirmou não querer "nenhuma crise política", mas defendeu que "haja o mínimo de ética nas instituições e quer que esta situação de lodo, lamaçal, de suspeitas, sejam resolvidas".

Para Ventura, "só há uma pessoa que pode resolver", referindo-se ao primeiro-ministro, Luís Montenegro, e acusando-o de "parecer não ter autoridade sobre Luís Neves, ter medo ou estar condicionado".

A primeira reação às palavras de André Ventura chegou do parte do porta-voz do Partido Social Democrata (PSD) , Sebastião Bugalho.

À saída de um painel sobre habitação na Universidade de Verão do PSD, Bugalho foi questionado sobre se esta iniciativa do Chega pode enfraquecer o Governo, a resposta foi simples: "Enfraquecer o Governo, uma ameaça? Acho muito difícil" .

Já sobre se se tratava de um ultimato ao primeiro-ministro, Luís Montenegro, respondeu negativamente.

"Não vejo, e acho que ainda vamos ver todos de maneira diferente. O dr. André Ventura é que tem que se estabilizar e dizer algo consistente sobre isso, não somos nós. Acho que as casas que estamos a entregar são muito mais importantes do que as ameaças do dr. André Ventura e não tenho mais declarações a dar", disse.

"O meu comentário é à necessidade de o Governo avançar urgentemente com a ligação entre Alcoutim e Sanlúcar [de Guadiana, Espanha], fazendo a ponte entre esta zona raiana de Portugal e da Espanha", respondeu ao ser questionado sobre uma eventual moção de censura do Chega.

André Ventura ameaçou apresentar uma moção de censura ao Governo na próxima terça-feira, dia 1 de setembro, se não houver uma "resolução" no caso que envolve o ministro da Administração Interna, Luís Neves. Salientou ainda não querer "nenhuma crise política", mas considera que Neves "já não tem nenhuma autoridade".

Ler a notícia completa no Notícias ao Minuto - Política ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.noticiasaominuto.com — o conteúdo pertence a Notícias ao Minuto - Política.

Mais de Notícias ao Minuto - Política

Ver tudo ›

Mais em Política

Ver tudo ›