quarta-feira, 21 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› 2h Habitação. Manifestantes prometem voltar a montar as tendas em Lisboa› 1h Ministro da administração interna avisou que a policia vai voltar a intervir› "A opinião pública ucraniana mudou outra vez e já está a confiar em Zelensky"› Lula diz que Brasil terá de escolher entre "beijar" a sua bandeira ou ajoelhar-se perante os EUA› "Zelensky estava muito chateado com os americanos, mas aparentemente as relações continuam como sempre"› Protestos. "Um advogado desde as primeiras horas numa organização inorgânica não faz sentido"› Musk disse que não foi ele, Trump disse que não sabia, mas afinal terá mesmo sido o dono da SpaceX a limitar o Starlink na Ucrânia› "Depois do que se passou na primeira situação no Porto, não deveria ter havido mais tendas montadas"› Retirada de manifestantes do Rossio esta terça-feira "foi talvez a melhor operação em termos de qualidade técnica da PSP nos últimos anos"› "Ou o primeiro-ministro não percebe rigorosamente nada do que se passa no país ou não acha que as pessoas tenham direito a manifestar-se"› 2h Habitação. Manifestantes prometem voltar a montar as tendas em Lisboa› 1h Ministro da administração interna avisou que a policia vai voltar a intervir› "A opinião pública ucraniana mudou outra vez e já está a confiar em Zelensky"› Lula diz que Brasil terá de escolher entre "beijar" a sua bandeira ou ajoelhar-se perante os EUA› "Zelensky estava muito chateado com os americanos, mas aparentemente as relações continuam como sempre"› Protestos. "Um advogado desde as primeiras horas numa organização inorgânica não faz sentido"› Musk disse que não foi ele, Trump disse que não sabia, mas afinal terá mesmo sido o dono da SpaceX a limitar o Starlink na Ucrânia› "Depois do que se passou na primeira situação no Porto, não deveria ter havido mais tendas montadas"› Retirada de manifestantes do Rossio esta terça-feira "foi talvez a melhor operação em termos de qualidade técnica da PSP nos últimos anos"› "Ou o primeiro-ministro não percebe rigorosamente nada do que se passa no país ou não acha que as pessoas tenham direito a manifestar-se"
Últimas

"Nada sobre a Ucrânia sem a Ucrânia". Zelensky manda recados e propostas por Witkoff, que vai à Rússia esta quarta-feira

CNN Portugal ·

O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky quer "pôr fim a esta guerra" e espera que o enviado especial norte-americano Steve Witkoff, com quem se reuniu em Oslo, consiga transmitir algumas dessas ideias aos líderes russos, na visita que fará a São Petersburgo esta quarta-feira. "Vamos ver o que Putin tem a dizer."

"A Ucrânia deseja a paz mais do que ninguém. Foi a Rússia que iniciou esta guerra, e a decisão de continuar com a matança é uma escolha da Rússia e apenas da Rússia", disse, depois do encontro desta tarde com Witkoff, o primeiro-ministro norueguês, Jonas Gahr Støre, e o presidente da Finlândia, Alexander Stubb.

"Estamos a trabalhar para encontrar uma solução. Penso que temos algumas ideias claras sobre como alcançar a paz, e estamos unidos aos nossos parceiros europeus neste esforço; queremos que os americanos transmitam estas ideias aos russos", garantiu.

Uma das ideias é avançar para uma potencial reunião trilateral entre Trump, Putin e Zelensky, "porque há questões que só os líderes podem resolver".

Zelensky disse que as conversações abordaram questões "sensíveis", mas quer "avançar o mais rapidamente possível para pôr fim a esta guerra" e centrar as próximas discussões na reconstrução: a Ucrânia precisa de "garantias de segurança sólidas após o fim da guerra", repetiu. "Não estamos a perder a guerra, mas estamos a perder pessoas e tempo", uma vez que "os nossos filhos não têm uma vida a sério, nem infância", disse.

O presidente ucraniano afirmou ainda que a Ucrânia está grata aos EUA pelo facto de as informações dos serviços secretos e os alertas precoces sobre ataques balísticos russos terem sido restabelecidos. E confirmou que teve uma "boa conversa" com o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, e que apreciou a sua disponibilidade para ajudar e encontrar soluções para os problemas enfrentados pela Ucrânia.

Sobre a alegada reunião trilateral entre os EUA, a China e a Rússia, sublinhou que "se se tratar da Ucrânia" só há uma coisa a fazer. "Só será aceitável se estivermos à mesa das negociações", disse, insistindo no princípio de "nada sobre a Ucrânia sem a Ucrânia".

Por seu lado, o ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Sergei Lavrov, afirmou que Moscovo irá analisar a proposta dos Estados Unidos que será apresentada pelo seu enviado, Steve Witkoff, mas não fará concessões políticas.

"Veremos o que (os Estados Unidos) têm para oferecer. Se oferecerem algo que nos beneficie (nos domínios) económico e financeiro, porque não? Mas isto deve ser feito sem concessões políticas da nossa parte", afirmou o ministro russo.

Lavrov, citado pelas agências de notícias russas, afirmou que a Rússia só pode confiar em si própria. Ao mesmo tempo, garantiu que Moscovo está pronta para restabelecer as relações com "quem estiver disposto a fazer o mesmo de forma honesta".

No entanto, Lavrov salientou que a Rússia não espera nenhum milagre dos Estados Unidos, que continuam a ser, "na melhor das hipóteses, concorrentes" do país.

Ler a notícia completa no CNN Portugal ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em cnnportugal.iol.pt — o conteúdo pertence a CNN Portugal.

Mais de CNN Portugal

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›