Aguiar-Branco admite CPI a Luís Neves "no seu essencial" e dá dois dias ao Chega para dizer se aceita
O presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco, anunciou nesta quarta-feira (23) que aceitou parcialmente o novo requerimento do grupo parlamentar do Chega para uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) aos mandatos de Luís Neves enquanto diretor nacional da Polícia Judiciária e eventuais responsabilidades políticas das suas tutelas.
E deu dois dias ao partido liderado por André Ventura para comunicar se aceita avançar com a adiada constituição potestiva da CPI , mesmo sem poder abordar alegadas interferências no trabalho jornalístico de um filho do atual ministro da Administração Interna e eventuais conflitos de interesses com entidades que não foram identificadas.
Numa comunicação a jornalista s, Aguiar-Branco, que tinha recusado um primeiro requerimento do Chega, argumentando que não delimitava de forma suficiente o âmbito do inquérito parlamentar, disse que a aceitação de 9 dos 11 pontos referidos pelo maior grupo parlamentar da oposição corresponde ao "essencial da matéria" , pelo que a aceitação da sua decisão levará a que os procedimentos para formar a CPI arranquem de imediato. (em atualização) Chega entregou novo requerimento para CPI a Luís Neves.
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