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Portugueses fogem às taxas variáveis no crédito à habitação

Observador ·
Portugueses fogem às taxas variáveis no crédito à habitação

Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Passamos em revista alguns dos destaques da imprensa nacional e internacional, hoje com a ajuda da jornalista Teresa Freire. Bom dia, Teresa.

Esta manhã, naturalmente, os jornais nacionais dão destaque às declarações do primeiro-ministro, que falou ontem à noite ao país. O jornal Público, por exemplo, faz manchete com os apoios que foram anunciados para os pensionistas.

Com o título: "Bónus vão dos 100 aos 200 € e chegam a dois milhões de pensionistas", e as contas são estas: quem recebe 537 € mensais vai receber mais 200. Para os pensionistas que recebem até 1173 €, o bónus é de 150 e mais 100 para quem recebe até aos 1611 €. A medida será paga em dezembro a dois milhões de pensionistas.

Já o JN, o Jornal de Notícias, diz que o primeiro-ministro prefere contas certas a leilão de medidas.

Vamos agora, Teresa, ao semanário Expresso, que muda de tema. Não fala das declarações do primeiro-ministro, mas fala de economia.

Escreve o jornal que as famílias fogem das taxas variáveis no crédito à habitação. Os portugueses começaram a fugir da taxa de juro variável no crédito à habitação ainda em 2023, devido à subida dos juros por parte do Banco Central Europeu. Mas de acordo com os dados do Banco de Portugal, que o Expresso consultou, no final desse ano, o peso das taxas variáveis no crédito à habitação ainda rondava os 78% e as taxas mistas não chegavam a 18. Nos dois anos que se seguiram, 2024 e 2025, a tendência prosseguiu e acentuou-se já em 2026, com uma novidade. Julho foi o primeiro mês em que, em Portugal, a opção dominante na carteira de crédito da casa passou a ser a taxa mista. Importante dar conta de que esta solução também expõe o cliente à subida das taxas Euribor, mas só após expirar o período inicial da taxa fixa, que normalmente vai de dois a cinco anos.

Vamos ainda à imprensa internacional. O britânico The Guardian faz manchete esta manhã com as eleições na Rússia.

A votação vai decorrer durante três dias. As urnas estão abertas até domingo para escolher os 450 deputados da Duma, o Parlamento russo. Metade destes deputados serão eleitos através de listas partidárias nacionais, enquanto os restantes 225 vão resultar de círculos uninominais, nos quais vence o candidato mais votado. O partido que parte como favorito é a Rússia Unida, num sistema político fortemente controlado pelo Kremlin. O partido tem recebido apoio das quatro restantes forças atualmente representadas na Duma: o Partido Comunista, Partido Liberal Democrático, a Rússia Justa e o Novo Povo. Por outro lado, o único partido que quebra o consenso sobre o conflito com a Ucrânia é o Iabloko, mas o Supremo Tribunal Russo excluiu a lista nacional de candidatos deste partido das eleições, deixando apenas alguns dos seus candidatos a disputar círculos uninominais, dos quais já vários foram, entretanto, afastados ou detidos.

Alguns dos destaques da imprensa nacional e internacional, hoje com a Teresa Ferreira. A Conferência de Imprensa Estado regressa na próxima segunda-feira.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

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