Turistas pagam para sobreviver a simulações de tufões e cheias
Um novo turismo popular na China, provavelmente inesperado: o turismo de catástrofe.
Ou então o “turismo negro”.
A procura por experiências que recriam catástrofes naturais e visitas a locais marcados por tragédias históricas está a crescer na China, numa tendência conhecida como «turismo negro».
No fundo, turistas pagam para fugir de tufões simulados e de cheias simuladas.
É um turismo de catástrofe.
Leon Lv, uma jovem de 28 anos oriunda de Chongqing, percorreu mais de 1300 quilómetros até Hangzhou, no leste do país, para participar numa simulação de inundação provocada por um tufão.
Durante a experiência, centenas de toneladas de
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