Olá, verme-de-cerdas
São segmentados.
Têm cerdas.
E, às vezes, mandíbulas metálicas e traseiras destacáveis com olhos e um cérebro.
Numa visita à costa mediterrânica, Luis Zelaya-Lainez viu-se cativado por muito mais do que o mar cintilante e as praias salpicadas de sol.
Olhasse para onde olhasse, havia vermes marinhos, agarrados às rochas com teimosia apesar das “ondas a bater neles, sem parar”.
O engenheiro biomecânico, da Universidade Tecnológica de Viena, ficou fascinado.
Obcecou-se com aquelas criaturas, sobretudo com as mandíbulas: uma ferramenta prodigiosa que serve para comer, lutar, escavar, fixar-se e muito mais.
“São muito finas… por isso, do ponto de vista
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