8h. Ataque russo a Kiev causa pelo menos 12 mortos
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São 8 horas. Este é o Jornal das 8, uma edição do jornalista Luís Soares. André Ventura acusa o governo de estar a abrir caminho para cortar pensões, com o novo estudo que foi apresentado sobre o estado da Segurança Social. O presidente do Chega diz ainda ter a intenção de garantir que a descida da idade da reforma está no Orçamento do Estado para o próximo ano.
André Ventura discursou ontem à noite perante militantes em Santarém, na rentrée do Chega, e deixou um recado ao governo para o novo ano político: o Chega está preparado para governar. De olhos postos na negociação para o Orçamento do Estado para o próximo ano, André Ventura traça também uma linha vermelha. O Chega quer voltar a discutir a descida da idade da reforma com a AD.
Nós vamos colocar no Orçamento do Estado para 2027 a descida da idade da reforma. Não podemos ter os portugueses a trabalhar até aos 90 anos a sustentar o Estado. Não podemos e não devemos.
A garantia do presidente do Chega, ontem à noite, em Santarém. André Ventura aponta ainda ao estudo pedido pelo governo sobre o estado da Segurança Social. Critica ainda o estudo para acusar a AD de querer cortar no rendimento dos pensionistas.
É isso que o governo quer? É essa a grande reforma que tinha para trazer? Era cortar pensões? É que este estudo não engana e não tenham ilusões sobre isto. Isto é divulgado, neste momento, com um objetivo político: é de impedir a descida da idade da reforma e abrir o caminho para cortar pensões em Portugal. E isto, meus caros, não é aceitável. Nós não podemos deixar os nossos reformados, pensionistas, idosos, abandonados à sua sorte e à miséria.
O aviso deixado por André Ventura ontem à noite em Santarém, na abertura do novo ano político do Chega.
O secretário-geral do PS também tece críticas ao governo sobre o estudo para a reforma da Segurança Social.
E deixa mesmo uma ameaça. Entrevistado ontem na SIC Notícias, José Luís Carneiro diz que o Partido Socialista pode mesmo vir a chumbar o Orçamento do Estado para o próximo ano, se o Executivo da AD puser em causa o sistema de pensões.
Se não tivermos a garantia, por exemplo, do Primeiro-Ministro, porque tem que ser uma garantia do Primeiro-Ministro, com palavra pública, de que garante a segurança das pensões presentes e futuras, nós não temos condições para contribuir para a estabilidade orçamental e para a viabilidade do Orçamento do Estado.
José Luís Carneiro defende que é o governo que tem a responsabilidade de apresentar um orçamento competente e não se compromete com a viabilização do documento. O secretário-geral do PS critica ainda o novo estudo sobre a Segurança Social pedido pelo governo, acusa a AD de querer espalhar o medo sobre o sistema de pensões.
O fogo em Arouca é o que mobiliza mais meios no combate a esta hora. No terreno estão cerca de 580 operacionais, apoiados por quase 200 viaturas, sendo que os meios aéreos estão, nesta altura, a aguardar que o nevoeiro se dissipe para poderem atuar.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.