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Economia

9/11 e uma Aliança Atlântica em crise

ECO ·
9/11 e uma Aliança Atlântica em crise

No dia em que as torres foram atacadas, o então presidente dos EUA, George W.

Bush, estava numa escola primária na Florida a ler um livro com crianças, quando o chefe de gabinete, Andrew Card, lhe sussurrou ao ouvido: “A América está sob ataque.” Milhares de pessoas perderam a vida depois do embate dos aviões no World Trade Center em Nova Iorque e, num misto de choque, incredulidade e dor, todos percebemos que o mundo iria irremediavelmente mudar.

Nos dias que se seguiram, e pela primeira vez na história, foi invocado o Artigo 5.º da NATO.

Pelos Estados Unidos.

“Os aliados da América na NATO responderam com solidariedade e ação, apoiando a defesa dos Estados Unidos e juntando-se aos norte-americanos no luto e na homenagem aos que perderam a vida”, pode ler-se no website da U.S.

Air Forces in Europe – Air Forces Africa.⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ “Para as Forças Aéreas dos EUA na Europa, os ataques assinalaram o início de uma mudança imediata na proteção da força, no estado de prontidão e no foco operacional — uma mudança que viria a moldar a missão do comando durante as décadas seguintes”, lembram numa publicação que assinala os 25 anos dos ataques terroristas.

É precisamente este espírito de união e solidariedade entre aliados que é evocado por Ursula von der Leyen no seu discurso.

“O 11 de Setembro foi o acontecimento mais marcante da viragem do século.

E veio reavivar a importância das alianças e da segurança coletiva”, refere.

“A Europa soube imediatamente de que lado estava.

Estivemos ao lado da América.

Pela primeira e única vez na sua história, a NATO invocou o Artigo 5.º.

Um ataque contra um era um ataque contra todos.

Permanecemos unidos na defesa dos princípios que nos unem através do Atlântico: a liberdade e a democracia.” Relembrar o 11 de Setembro — nunca esquecer quem perdeu a vida nos ataques e nos anos que se seguiram — é particularmente crucial numa altura em que, é sabido, sob a Administração de Donald Trump os EUA reequacionam o seu papel da NATO e a sua ação (ou não) na defesa da Europa.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.

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