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Estivemos na "rân-tré" dos três maiores partidos

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Estivemos na "rân-tré" dos três maiores partidos

A mensagem em áudio foi enviada para toda a equipa da rádio na sexta-feira passada às 12h10. Poucas horas depois começaria a festa do PSD no Pontal e teria início oficialmente o período de rentrée dos maiores partidos. Dias depois José Luís Carneiro discursaria para os socialistas em Olhão e logo a seguir seria a vez de André Ventura. Quem abriu a mensagem (e toda a gente a abriu de certeza) ouviu a voz do Ricardo Conceição. O subdiretor do Observador estava com uma baguette imaginária debaixo do braço: “Olá, fica aquele alerta anual. Diz-se rân-tré … rân-tré … e não riéne-tré ou rân-tria . É rân-tré . Esta palavra francesa vai ser muito usada durante os próximos dias.”

Apesar da origem francesa da palavra, as rân-trés dos principais partidos são coisas muito portuguesas: tanto no PSD como no PS, houve porco no espeto; no Chega, vá lá, houve vinho; e José Luís Carneiro, esforçadamente, dançou com o Rancho Folclórico Moncarapacho.

No Pontal, estavam inúmeros ministros — mas não estava Luís Neves. E apareceram ainda o omnipresente Sebastião Bugalho e o omnipotente Hugo Soares. Na audiência, todos estavam devidamente bronzeados e exibiam camisas brancas, para aumentar o contraste. No Chega, faltaram alguns deputados mais destacados, a começar pelo líder do grupo parlamentar, Pedro Pinto. É natural: a rân-tré do partido foi marcada por André Ventura com apenas 24 horas de antecedência.

A Mariana Lima Cunha cruzou toda a informação e dá-nos a chave para perceber o que se passou no artigo “Linhas vermelhas, Orçamento e a “censura moderna”. O que as rentrées nos disseram sobre o ano político que começa” .

Ventura arranca o ano político sozinho, a usar Luís Neves para colar os adversários e a antecipar decisões imprevisíveis. PS e PSD querem mais tempo. Orçamento não deve ser drama.

Bugalho diz ser "duvidoso" barrar o Chega da revisão. PS não pede exclusão formal, mas exige que a revisão não resulte de um entendimento PSD-Chega e quer pré-acordo com PSD sobre limites da revisão.

Estudo pedido pelo governo promete polémica até porque diagnóstico vai contra o que tem sido afirmado. Sistema de pensões é deficitário e deve haver medidas para se garantir a equidade entre gerações.

Ensaio. Hélder Rosalino, que teve responsabilidades na criação da CReSAP, em 2012, afirma que o modelo de recrutamento de dirigentes do Estado tem "limitações que já não podem ser ignoradas".

Marcelo Caetano foi uma referência enquanto jurista. Sá Carneiro levou-o a aderir e a romper com o PSD mas ainda se vê como "um verdadeiro social-democrata". Uma entrevista de vida do "Justiça Cega".

Cadernos de encargos feitos à medida, margens "altamente invulgares" e bilhetes VIP no Dragão. A acusação revela como 15 pessoas e empresas se juntaram para defraudar fundos europeus.

Luís morreu esfaqueado após uma "briga por uma rapariga" num bar em Ksamil. Suspeito, com cadastro em Inglaterra, foi capturado ensanguentado na mala de um carro. E garante que "a faca era da vítima".

Sinalização ocorreu logo após a chegada a Portugal em 2024.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

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