Reencontro com Obama em Lisboa
Reencontrei neste sábado em Lisboa Barack Obama.
Continua inspirador.
A multidão presente na Meo Arena aplaudiu-o várias vezes, sobretudo quando sentiu que havia críticas a Donald Trump, como o momento em que defendeu a necessidade de líderes jovens, já que os líderes velhos nem sabem lidar com o telemóvel.
Quando digo que reencontrei, exagero um pouco.
Não tanto por estar a umas boas dezenas de metros do palco, mas também porque a primeira vez que o vi foi num ecrã numa sala de hotel em Austin, a ser noticiada a sua eleição para o Senado.
Foi a grande ovação da noite, a única até, pois a festa democrata na capital do Texas não aconteceu.
John Kerry falhou e George W.
Bush foi reeleito, e a festa foi de novo republicana, num hotel vizinho, que também visitei.
Estava em reportagem para o DN naquelas eleições de 2004.
Surpreendentemente, o senador júnior do Illinois ganharia as primárias democratas de 2008.
E ganharia também as presidenciais.
Não fui o enviado do DN dessa vez, mas já com Obama presidente fui a Washington e até comprei uma T-shirt que o mostrava vencedor num ringue de boxe contra John McCain.
Hoje não tenho dúvidas de que o republicano McCain teria dado um excelente presidente, mas o apelo de Obama era inultrapassável.
O seu slogan de campanha, o Yes We Can (Sim, nós podemos) conquistou votos na América e simpatia mundo fora.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.dn.pt — o conteúdo pertence a Diário de Notícias.