terça-feira, 20 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› Explosão em garagem provoca destruição em prédio de Coimbra e deixa dezenas de moradores desalojados› Sócrates voltou a tribunal mas sessão terminou poucos minutos depois› Só 1,3% das empresas conseguiu aumentar o volume de negócios de forma consecutiva nos últimos dez anos› À venda na Vinted: eis o destino de muitos dos produtos roubados em França› Há histórias que o tempo não consegue afundar. Esta é uma delas› Setor automóvel regista "explosão" da procura por peças usadas. Poupança ultrapassa os 70%› Outono veio para ficar e até granizo se espera› Este recorde faz Portugal transpirar: são nove ondas de calor, 98 dias› Esta ovelha portuguesa tornou-se um caso raro ao dar à luz› Padre morre atingido por cruz durante missa› Explosão em garagem provoca destruição em prédio de Coimbra e deixa dezenas de moradores desalojados› Sócrates voltou a tribunal mas sessão terminou poucos minutos depois› Só 1,3% das empresas conseguiu aumentar o volume de negócios de forma consecutiva nos últimos dez anos› À venda na Vinted: eis o destino de muitos dos produtos roubados em França› Há histórias que o tempo não consegue afundar. Esta é uma delas› Setor automóvel regista "explosão" da procura por peças usadas. Poupança ultrapassa os 70%› Outono veio para ficar e até granizo se espera› Este recorde faz Portugal transpirar: são nove ondas de calor, 98 dias› Esta ovelha portuguesa tornou-se um caso raro ao dar à luz› Padre morre atingido por cruz durante missa
Últimas

Ciclo de reservas 'last minute' "veio para ficar", diz Associação da Hotelaria

Diário de Notícias ·
Ciclo de reservas 'last minute' "veio para ficar", diz Associação da Hotelaria

A época alta contou com uma taxa de ocupação de 80% nos quartos de hotel.

Aproxima-se o outono, cujas reservas hoteleiras estão, para já, abaixo das registadas no ano passado, mas os números ainda podem mudar e a AHP antecipa que os proveitos devem crescer acima da inflação em 2026.

A análise é da Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), que aponta para uma subida de 5% nos proveitos totais em 2026 , para um total de 7,4 mil milhões de euros (7,1 mil milhões no ano passado).

Em causa está um crescimento acima da inflação.

As receitas , porém, devem crescer abaixo daquele indicador macroeconómico , na ordem de 3% , até aos 30 mil milhões de euros no presente ano (29,1 mil milhões em 2025) — o FMI antecipa que os preços subam 3,2%, o Banco de Portugal aponta para 3,1% e o Governo põe a fasquia nos 2,9% (previsões mais recentes).

O número de hospedes deverá crescer menos, na ordem de 1,5% , ao passo que as dormidas devem avançar 1,4% .

A diferença face a receitas e proveitos está ligada à subida dos preços , por parte do setor hoteleiro.

Olhando para os meses de época alta, a AHP regista um recuo de 81% para 80% na taxa de ocupação relativa ao período, de junho a setembro de 2026 (face ao período homólogo).

A R.A.

Madeira registou a ocupação mais elevada (90%), em contraponto com a zona Centro (60%).

O Norte ficou na média (80%), ao passo que a Grande Lisboa foi um pouco mais além (82%).

Ainda assim, a tarifa média (ARR) subiu 3%, até aos 171 euros , com os extremos a ficarem definidos pelo Algarve (228 euros) e o Centro (102 euros).

Em simultâneo, a receita por quarto disponível avançou 1%, para 137 euros , com o Algarve mais uma vez no topo (195 euros) e o Centro igualmente no fim da lista (61 euros).

Os dados resultam de uma análise realizada pela própria AHP, que esteve em contacto com hotéis de todo o país — importa dizer que nem todos foram inquiridos.

Ler a notícia completa no Diário de Notícias ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.dn.pt — o conteúdo pertence a Diário de Notícias.

Mais de Diário de Notícias

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›