Secretas mantêm extremismo violento entre ameaças à segurança. Uso de IA está em avaliação
Os “extremismos violentos” e os “fenómenos de radicalização” continuam a ser considerados ameaças à segurança nacional, ao lado do terrorismo e da espionagem. Segundo o Conselho de Fiscalização do Sistema de Informações da República Portuguesa (CFSIRP), citado pelo jornal Público , estas matérias justificam um “acompanhamento permanente” por parte das secretas.
No primeiro semestre de 2026, o CFSIRP destaca também a “crescente relevância” das ameaças relacionadas com o cibercrime, a ciberespionagem e os ciberataques, incluindo os realizados por “entidades de natureza inorgânica”. O relatório, entregue à Assembleia da República a 15 de setembro, refere ainda que os fenómenos de radicalização e extremismo violento, em diferentes formas e naturezas, continuam a preocupar no âmbito da segurança nacional.
Ao mesmo tempo, está a ser avaliada a possibilidade de utilizar internamente ferramentas baseadas em inteligência artificial para reforçar a capacidade de análise de informação. O conselho de fiscalização volta ainda a sublinhar a importância do acesso a metadados.
O diagnóstico surge também no Relatório Anual de Segurança Interna de 2025, que aponta para ataques de ciberespionagem a redes informáticas públicas e privadas e a infraestruturas críticas e sensíveis em Portugal.
O documento destaca ainda o aumento da presença de portugueses, sobretudo menores e jovens adultos, em grupos online neonazis e satânicos, bem como a partilha, por jovens extremistas de direita, de propaganda de terrorismo islamista nas redes sociais.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em cnnportugal.iol.pt — o conteúdo pertence a CNN Portugal.