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ONU. Ex-ministra da Guiana lidera segunda votação informal e baralha contas da sucessão de Guterres

Diário de Notícias ·
ONU. Ex-ministra da Guiana lidera segunda votação informal e baralha contas da sucessão de Guterres

A antiga ministra dos Negócios Estrangeiros da Guiana e atual embaixadora do país na ONU, Carolyn Rodrigues-Birkett, foi a candidata mais bem colocada na segunda votação informal no Conselho de Segurança para escolher o sucessor de António Guterres.

Uma votação que baralhou as contas na corrida para saber quem será o próximo ou a próxima secretária-geral das Nações Unidas.

Na primeira votação a guianesa tinha sido segunda, atrás da economista Rebeca Grynspan, que foi vice-presidente da Costa Rica, secretária-geral ibero-americana e atualmente está à frente da ONU Comércio e Desenvolvimento.

Segundo as fontes do site de notícias especializado nas Nações Unidas PassBlue, Rodrigues-Birkett obteve oito votos a encorajar a sua candidatura e três a desencorajar (quatro sem opinião), enquanto Grynspan teve sete votos positivos (tinha tido 10 na primeira votação) e quatro negativos (outros quatro sem opinião).

O terceiro voltou a ser o argentino Rafael Grandi, diretor da Agência Internacional de Energia Atómica , com sete votos a encorajar, seis a desencorajar e dois sem opinião (tinha tido sete, dois e seis, respetivamente, na primeira votação).

RESULT OF THE 2ND UNSC STRAW POLL Rodrigues Birkett - 8 Encourage, 3 Discourage, 4 No opinion Grynspan - 7 Encourage, 4 Discourage, 4 No opinion Grossi - 7 Encourage, 6 Discourage, 2 No opinion Bachelet - 2 Encourage, 6 Discourage, 7 No opinion Sall - 6 Encourage, 7… — PassBlue (@pass_blue) August 21, 2026 A votação é supostamente secreta, mas os resultados acabaram por ser revelados por fontes diplomáticas poucas horas depois.

A ex-presidente chilena Michelle Bachelet ficou em quarto lugar (dois a favor, seis contra e sete sem opinião), seguida do ex-presidente senegalês Macky Sall (6,7 e 2), da ex-chefe da diplomacia equatoriana María Fernanda Espinosa (4,3 e 8) e do diplomata do Uganda, Olara Otunnu (5, 5 e 5).

Em último lugar ficou a candidata de última hora, Ivonne Baki, diplomata com dupla nacionalidade equatoriana e libanesa que não tinha participado na primeira votação.

Não teve um único voto de encorajamento, com oito votos a desencorajar e sete sem opinião.

“Amiga” de Trump entra na segunda votação para eleger sucessor de Guterres A segunda votação baralhou as contas na corrida para saber quem será o próximo ou a próxima secretária-geral das Nações Unidas, depois de nenhum dos oito candidatos ter conseguido mais do que oito votos a encorajar - para ganhar precisará sempre de pelo menos nove, e nenhum voto a desencorajar dos membros permanentes.

Nesta votação informal, conhecida como straw poll , os 15 membros do Conselho de Segurança votam em cada um dos oito candidatos, dizendo se encorajam, desencorajam ou não têm opinião sobre a candidatura.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.dn.pt — o conteúdo pertence a Diário de Notícias.

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