domingo, 18 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› Entrevista antiga de Vance onde elogia Putin fica viral: "É um ex-KGB"› Zelensky agradece a Washington por retomar comunicações com Kyiv› IL prepara Convenção Nacional em Lisboa em janeiro de 2027› JPP denuncia utentes em lista de espera há mais de cinco anos na Madeira› Lagarde pede a Putin que coloque a paz em primeiro plano para a economia› 15h Provedora de Justiça pede informações urgentes à PSP sobre a carga policial contra os manifestantes do Porto pelo direito à habitação› "O que existe na internet já não chega para treinar a IA". E por isso a Anthropic encomendou "dezenas de toneladas de livros"› Como a onda de protestos na Europa está a ser "instrumentalizada" pela Rússia› Porque gostamos tanto de nos vestir como se tivéssemos uma profissão que não é a nossa?› "Criou-se uma incompatibilidade entre EUA e Ucrânia que pode vir a ser intransponível"› Entrevista antiga de Vance onde elogia Putin fica viral: "É um ex-KGB"› Zelensky agradece a Washington por retomar comunicações com Kyiv› IL prepara Convenção Nacional em Lisboa em janeiro de 2027› JPP denuncia utentes em lista de espera há mais de cinco anos na Madeira› Lagarde pede a Putin que coloque a paz em primeiro plano para a economia› 15h Provedora de Justiça pede informações urgentes à PSP sobre a carga policial contra os manifestantes do Porto pelo direito à habitação› "O que existe na internet já não chega para treinar a IA". E por isso a Anthropic encomendou "dezenas de toneladas de livros"› Como a onda de protestos na Europa está a ser "instrumentalizada" pela Rússia› Porque gostamos tanto de nos vestir como se tivéssemos uma profissão que não é a nossa?› "Criou-se uma incompatibilidade entre EUA e Ucrânia que pode vir a ser intransponível"
Economia

Portugal quer duplicar capacidade de armazenamento de energia até 2030

Jornal Económico ·
Portugal quer duplicar capacidade de armazenamento de energia até 2030

O objetivo é responder a um dos principais desafios da transição energética: garantir que a eletricidade produzida a partir de fontes renováveis, sobretudo solar e eólica, possa ser utilizada quando é necessária, mesmo quando a produção varia em função das condições meteorológicas.

Segundo o Ministério do Ambiente e Energia, o armazenamento deverá permitir aproveitar melhor a produção nacional de eletricidade renovável, reduzir a variabilidade associada às fontes solar e eólica e reforçar a segurança de abastecimento, a flexibilidade e a estabilidade do Sistema Elétrico Nacional (SEN).

A estratégia estabelece uma trajetória de crescimento que prevê 6,9 GW de capacidade de armazenamento em 2030 e 9,76 GW em 2040.

O plano foi desenvolvido com base em estudos técnicos realizados pelo INESC TEC, INESC-ID e IN+ e pretende enquadrar o papel do armazenamento na evolução do sistema energético português.

Baterias, barragens e novas soluções A estratégia não assenta numa única tecnologia.

O Governo prevê combinar soluções de implementação mais rápida e com ciclos de vida mais curtos, como as baterias, com projetos de maior dimensão e longevidade, nomeadamente sistemas de bombagem hidroelétrica.

Esta combinação deverá permitir responder a necessidades diferentes: desde a gestão das flutuações diárias da produção renovável até ao armazenamento de maiores volumes de energia durante períodos mais prolongados.

A ENAE prevê também criar condições económicas e regulatórias para que o armazenamento possa participar de forma mais efetiva no mercado de eletricidade e nos serviços de sistema.

O plano identifica quatro áreas prioritárias: valorização económica e participação nos serviços de sistema, enquadramento regulatório, simplificação da ligação à rede e inovação tecnológica.

Menos gás e menor dependência energética Para o Governo, o reforço do armazenamento tem ainda uma dimensão estratégica.

Ao permitir guardar eletricidade produzida por fontes renováveis e utilizá-la posteriormente, a tecnologia poderá contribuir para diminuir a utilização de centrais a gás natural e, consequentemente, reduzir a exposição do país às importações de combustíveis fósseis.

A medida surge no contexto das metas de descarbonização e eletrificação previstas no Plano Nacional de Energia e Clima (PNEC 2030), num sistema elétrico onde o crescimento das renováveis aumenta também a necessidade de flexibilidade.

“A maior capacidade de armazenamento promove maior competitividade no mercado de energia e a diminuição progressiva de energia produzida pelas centrais de gás natural de ciclo combinado”, afirmou a ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, citada pelo Ministério.

Ler a notícia completa no Jornal Económico ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em jornaleconomico.sapo.pt — o conteúdo pertence a Jornal Económico.

Mais de Jornal Económico

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›