sábado, 17 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› 1h Gestora do Volta tem plano para resolver o problemas de lixo espalhado› Guerra entre Ricardo Carrilho e Luís Neves está para durar› O Lamelas está na terceira ronda da Taça de Portugal e vai receber uma equipa da Primeira Liga› "Macron está em guerra contra nós": estudantes franceses entram na quarta semana de protestos› Morreu Joaquim Letria, um dos rostos mais conhecidos do jornalismo português› Este é o vídeo do momento (que foi denunciado por Montenegro)› Plano da Lufthansa para Tancos gera entusiasmo na região› 400 juízes de 80 países reuniram-se em Lisboa para discutir independência do poder judicial› Veja na íntegra o Polígrafo desta semana› Polígrafo. É legal um patrão controlar os funcionários através de videovigilância?› 1h Gestora do Volta tem plano para resolver o problemas de lixo espalhado› Guerra entre Ricardo Carrilho e Luís Neves está para durar› O Lamelas está na terceira ronda da Taça de Portugal e vai receber uma equipa da Primeira Liga› "Macron está em guerra contra nós": estudantes franceses entram na quarta semana de protestos› Morreu Joaquim Letria, um dos rostos mais conhecidos do jornalismo português› Este é o vídeo do momento (que foi denunciado por Montenegro)› Plano da Lufthansa para Tancos gera entusiasmo na região› 400 juízes de 80 países reuniram-se em Lisboa para discutir independência do poder judicial› Veja na íntegra o Polígrafo desta semana› Polígrafo. É legal um patrão controlar os funcionários através de videovigilância?
Mundo

Governo congolês acusa ex-presidente de fomentar ataque generalizado

Notícias ao Minuto - Mundo ·
Governo congolês acusa ex-presidente de fomentar ataque generalizado

O governo congolês acusou Joseph Kabila, que foi presidente da República Democrática do Congo (RDC) de 2001 a 2019 e que assumiu há pouco a liderança da rebelião no leste, de fomentar "um ataque generalizado" contra o país.

Em entrevista dada à AFP na sexta-feira à noite, o porta-voz do governo, Patrick Muyaya, insistiu em que "a escolha das armas significa que se vai matar congoleses porque se pensa assim conquistar territórios".

O leste congolês é palco de conflitos desde há mais de 30 anos.

A região, rica em recursos naturais e fronteiriça do Ruanda, assiste desde o final de 2021 à ressurgência do grupo armado antigovernamental M23, apoiado por Kigali.

No início de 2025, o M23, que já controlava vastas extensões territoriais nas províncias de Nord-Kivu e Sud-Kivu, apoderou-se das importantes cidades de Goma e Bukavu.

Na segunda-feira, o M23 e o seu ramo político, a Aliança Rio Congo (AFC, na sigla em Francês), anunciaram que Joseph Kabila, com 55 anos, passava a ser o seu líder.

O anúncio, feito a partir da residência deste em Goma e com a sua presença, coincide com um clima de contestação de um projeto de alteração constitucional para permitir um terceiro mandato ao atual presidente, Félix Tshisekedi.

Os rebeldes também anunciaram a mudança da sua designação, com a plataforma AFC/M23 a mudar para Frente para a Refundação da Nação (FRN) e a descrever-se como um movimento "politico-militar".

Desde há meses que o governo acusava Joseph Kabila de "colaborar" com os rebeldes.

A justiça militar condenou-o no final de setembro de 2023 à morte por traição.

Kabila está também sob sanções pelos EUA pelo seu apoio ao M23.

Desde abril de 2025 que o M23 participava em negociações de paz com o governo, sob a égide do Qatar, o que a FRN indicou querer manter.

O regresso de Kabila à cena política acontece em contexto político volátil no país.

Tshisekedi, com 63 anos e sucessor de Joseph Kabila, acaba o seu mandato em 2028.

Ler a notícia completa no Notícias ao Minuto - Mundo ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.noticiasaominuto.com — o conteúdo pertence a Notícias ao Minuto - Mundo.

Mais de Notícias ao Minuto - Mundo

Ver tudo ›

Mais em Mundo

Ver tudo ›