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As notícias das 11h

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As notícias das 11h

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São 11 horas. Vamos às notícias, Jornal das 11, com edição do Luís Soares. Para evitar o chamado turismo de saúde, a Inspeção-Geral das Atividades em Saúde quer taxas moderadoras pagas à entrada dos hospitais e sistemas de check-out para evitar fugas a pagamentos. Luís, a Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares tem dúvidas sobre a eficácia destas medidas.

Medidas que têm por objetivo evitar a prestação de cuidados de saúde a não residentes, que depois acabam por não pagar esses serviços. Ao Observador, a Inspeção-Geral recomenda ainda tornar públicos os valores das dívidas de cidadãos estrangeiros atendidos nos hospitais públicos. Na nota enviada ao Observador, a Inspeção-Geral revela também que recomendou à Administração Central do Sistema de Saúde que analise os dados das nacionalidades mais representadas nos serviços de urgência nacionais, de forma a definir e adequar os acordos feitos com os vários países. O presidente da Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares, Xavier Barreto, explica à Rádio Observador as dúvidas que tem e dá mesmo uma alternativa.

A proposta da IGAS propõe que se cobre uma taxa moderadora antes da prestação dos cuidados. E eu, como lhe expliquei, não está em causa o pagamento de uma taxa moderadora, está em causa o pagamento dos cuidados na totalidade, quando é um estrangeiro. Propõe que se pague antes da prestação de cuidados, quando, na verdade, isso em muitos casos não é possível, porque são cuidados urgentes. Também não é possível porque em muitos casos nós não sabemos ainda sequer quais são os cuidados que vão ter que ser prestados quando o doente está a entrar na urgência. Só sabemos depois de ele sair. E, portanto, por razões operacionais, por razões do próprio percurso do doente, essas medidas são difíceis de operacionalizar. O que nós temos proposto é que os doentes sejam responsabilizados através dos países de origem.

Xavier Barreto, presidente da Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares. As recomendações da Inspeção-Geral surgem depois da presidente da Unidade Local de Saúde da Madeira, Cintra, ter alertado para o acesso indevido de cidadãos não residentes ao SNS. A ministra da Saúde, Ana Paula Martins, também já veio defender a melhoria dos mecanismos de gestão e reconheceu já as dificuldades na cobrança dos serviços aos cidadãos estrangeiros que recorrem ao SNS.

Pedro Passos Coelho voltou ontem a aparecer e a pedir ousadia ao governo de Luís Montenegro. O antigo primeiro-ministro respondeu também às críticas da vice-presidente do PSD, Leonor Beleza.

A social-democrata disse esta semana que não compreende as críticas que Pedro Passos Coelho faz a Luís Montenegro. Na resposta, Passos Coelho diz que cada um tem a sua opinião. Hugo Fortunato de Oliveira.

Depois de ter feito críticas e de ter sido criticado, Passos Coelho responde.

Respeito que as pessoas possam ter outras opiniões e às vezes até alguma incompreensão, admito isso. Tenho estima pela doutora Leonor Beleza e reconheço que ela pode ter o seu direito de pensar de outra maneira.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

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