As notícias das 8h
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Jornal das 8, edição do Miguel Gato. Miguel, começamos com as declarações de ontem à noite de Pedro Passos Coelho. O antigo primeiro-ministro volta a pedir reformismo e ousadia à governação de Luís Montenegro, ao mesmo tempo que diz que deseja toda a sorte do mundo ao atual chefe de governo.
Pedro Passos Coelho esteve ontem numa conferência sobre fé em Lisboa, falou aos jornalistas à margem deste evento sobre a vida política, nomeadamente a governação da AD, e respondeu também às mais recentes declarações de Leonor Beleza, vice-presidente do PSD, que disse não compreender as críticas que Passos faz a Luís Montenegro. O antigo primeiro-ministro diz que cada um tem o direito à sua opinião. Foram declarações acompanhadas pelo Hugo Fortunato Oliveira.
Depois de ter feito críticas e de ter sido criticado, Passos Coelho responde.
Respeito que as pessoas possam ter outras opiniões e às vezes até alguma incompreensão, admito isso. Tenho estima pela doutora Leonor Beleza e reconheço que ela pode ter o seu direito de pensar de outra maneira. Mas da mesma forma que essas pessoas podem ter uma opinião diferente, eu também posso ter as minhas e, portanto, isso é a coisa mais natural do mundo.
O antigo primeiro-ministro social-democrata que rejeita mal-estar com o partido.
Eu sou do PSD e, portanto, não ando em aventuras de fazer partidos, nem coisas dessas. Não sinto nenhuma necessidade disso, nem de estar a estimular, nem a apoiar qualquer coisa parecida com essa.
Mas o futuro, como eu digo, sempre chega e quando pensamos pouco nele, depois às vezes não gostamos daquilo que temos. Era importante que ousasse mais nessa matéria e, portanto, oferecesse às pessoas boas razões para acreditar que se hoje não tem as condições que são necessárias para fazer as reformas que são precisas, então se calhar vamos ter de lhas dar no futuro.
O que eu desejo é que ele possa, apesar das circunstâncias difíceis, ser bem-sucedido.
Depois de quase três horas a falar sobre fé, Passos Coelho termina a depositar fé no PSD de Luís Montenegro.
Hugo Fortunato Oliveira com as declarações de Pedro Passos Coelho ontem à noite, o ex-primeiro-ministro que tem sido vocal nas críticas que faz à governação da Aliança Democrática.
A Inspeção-Geral das Atividades em Saúde quer taxas moderadoras pagas à entrada dos hospitais e sistemas de check-out para evitar fugas a pagamentos. O objetivo é evitar o chamado turismo de saúde.
São algumas das recomendações que a IGAS faz aos hospitais e também à Administração Central do Sistema de Saúde, com o objetivo de evitar a prestação de cuidados a não residentes que acabam por não pagar pelos serviços. Em resposta ao Observador, a IGAS revela estas propostas que fez a unidades do SNS. A entidade recomenda ainda tornar públicos os valores das dívidas de cidadãos estrangeiros atendidos nos hospitais públicos.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.