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As notícias das 19h

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As notícias das 19h

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Jornal das 7 com Luís Soares. Está marcado para daqui a uma hora a declaração do Primeiro-Ministro em São Bento, depois da reunião do governo para aprovar a descida do IRS e o bónus para os pensionistas.

Entre outras medidas para setores específicos, com o objetivo de mitigar o impacto da subida do preço dos combustíveis, algumas delas foram anunciadas pelo Primeiro-Ministro no debate da moção de censura. Luís Montenegro tinha prometido esta manhã que iria falar depois das medidas aprovadas pelo governo. Vai fazê-lo às 20h, em São Bento. Hoje de manhã, num discurso na Conferência Europeia da Economia, em Lisboa, Luís Montenegro admitiu que o impacto económico da guerra no Irão tem um domínio irracional.

E junto dos nossos parceiros da União Europeia e nas instâncias internacionais para que se ponha cobro a este caminho. Eu vou mesmo dizê-lo: é um caminho, do ponto de vista económico e social, estúpido. Não tem um racional. Nós podemos e devemos proteger o mundo das ameaças terroristas, das ameaças nucleares. Nós não podemos, nem devemos pôr as pessoas a sofrer de forma injustificada por fatores que não conseguimos dominar.

Declarações de Luís Montenegro esta manhã, ele que se mostrou confiante de que as contas públicas deste ano vão ter, de novo, um saldo positivo, mais um superávit. O Primeiro-Ministro assegurou que o governo está consciente das dificuldades das famílias e das empresas com o aumento do preço dos combustíveis e, por via deles, também de toda a cadeia produtiva.

E vamos acompanhar a declaração do Primeiro-Ministro em direto aqui na Rádio Observador. Está prevista para às 20h. Antes da reunião do governo, o líder do PS desafiava o Primeiro-Ministro a alargar as medidas contra a crise.

José Luís Carneiro quer mais medidas e sugere ao governo que implemente algumas propostas, até adotadas por anteriores executivos do PS. José Luís Carneiro diz que as medidas que foram anunciadas na semana passada deixam muita gente de fora.

O governo e os sindicatos da PSP não chegaram a acordo sobre o suplemento para a Unidade Nacional de Estrangeiros e Fronteiras. É o resultado da reunião desta tarde no ministério, no Terreiro do Paço.

O governo propôs €160 de suplemento para os elementos ligados ao controle aeroportuário este ano, com retroativos a 1 de julho. No ano que vem, esse suplemento iria subir para €210. Mas o presidente da Associação Sindical de Profissionais da Polícia, Paulo Santos, considera a proposta frágil e que não dá resposta às pretensões dos agentes.

Entendemos esta proposta como frágil, não responde nem sequer ao universo de profissionais. Entendemos que há aqui uma incompatibilidade, por isso a ASPP querer renegociar estes valores ou criar este suplemento no âmbito do acordo de 2024 para reestruturar os suplementos, uma vez que há aqui incongruências. Ou seja, um profissional que entra na UNEF vai perder o suplemento de patrulha ou de comando. Ou seja, estes valores que estamos a falar agora dos €160, sem que haja o complemento de um suplemento de patrulha.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

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