4h. Sismos na Venezuela fizeram mais de 6.500 mortos
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Quatro horas. As notícias com Hugo Fortunato de Oliveira. Dois meses depois dos sismos que atingiram a Venezuela, o número de mortos, na sequência desses dois grandes abalos sísmicos que atingiram o país, supera as 6500 vítimas mortais. Entre estes números estão 138 portugueses e lusodescendentes. É este o mais recente balanço de Caracas, numa altura em que várias organizações não governamentais alertam para uma diminuição da ajuda internacional. A ONU já apelou a Portugal e aos portugueses residentes na Venezuela que ajudem na recuperação das populações afetadas. Água, produtos de higiene e material médico estão entre as principais necessidades no terreno. Pelo menos 190 edifícios desabaram e mais de 25 mil casas estão inabitáveis. Milhares de pessoas continuam a viver em acampamentos temporários, em condições precárias, expostos às fortes chuvas que têm atingido a Venezuela. Quase um mês depois da entrada massiva de migrantes em Ceuta, começam esta terça-feira a ser ouvidos no Parlamento espanhol vários governantes chamados a dar explicações sobre a resposta à crise migratória na cidade autónoma. A ministra da Defesa é a primeira a ser ouvida, depois de Margarita Robles, na quinta-feira. Vão ser ouvidos o ministro da Presidência e a ministra da Saúde. Na sexta-feira será a vez dos ministros dos Negócios Estrangeiros, do Interior e também da ministra da Inclusão prestarem esclarecimentos. A ronda de audições termina só na próxima semana, na segunda-feira, com as ministras da Juventude e Infância e também da Igualdade. Também esta terça-feira, o primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, reúne o Conselho de Segurança Nacional para analisar a situação em Ceuta. No final de julho, cerca de 72 mil pessoas entraram ilegalmente na cidade autónoma espanhola, localizada no norte de África. Cerca de 70 mil migrantes já regressaram, entretanto, a Marrocos, mas milhares continuam na cidade. Perante a dimensão da crise, o governo de Pedro Sánchez decidiu criar um comando único para coordenar a resposta, liderado pelo ministro da Política Territorial. A decisão surge depois de semanas de críticas à gestão da crise e dos apelos para uma maior intervenção do governo central de Madri. Seguimos com os Estados Unidos, que declararam esta segunda-feira guerra econômica contra o Irão. Mas apesar da mudança de estratégia, o secretário da Guerra norte-americano não descarta novos ataques no Médio Oriente. Questionado pelos jornalistas durante uma visita a uma fábrica de veículos militares no Wisconsin, Pete Hegseth admite que a possibilidade de novos ataques continua em cima da mesa. Hegseth promete que os Estados Unidos vão fazer aquilo que for preciso.
Se for preciso recorrer a ataques militares, assim o faremos. Se o Irão for suficientemente imprudente para ir longe demais ou meter-se com as Forças Armadas norte-americanas, faremos o que for necessário. Mas sabemos que, neste momento, é a pressão econômica que lhe está a causar mais dificuldades.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.