Os primeiros “deepfakes” apareceram quase ao mesmo tempo que a Fotografia
William H.
Mumler vendia fotografias de “fantasmas”.
Foi julgado por fraude, mas ilibado: não se provou que existiam fantasmas, mas também ninguém sabia como o norte-americano punha mortos ao lado dos vivos nas imagens.
Recuemos, durante cerca de três minutos, a 1862.
Estamos com William H.
Mumler no seu estúdio em Boston, EUA, onde o gravador de joias e fotógrafo amador revela um autorretrato quando repara numa figura inesperada atrás de si.
Na fotografia aparecia uma jovem de vestido comprido, com o rosto desfocado, como um fantasma.
Mumler corre para mostrar a imagem a um amigo.
Até porque a mulher
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