sábado, 10 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› Portugal no centro do Atlântico digital. Autoestrada de dados ou potência tecnológica?› Seguro salienta a sua "total e absoluta oposição" à pena de morte› PR defende que "saúde mental não pode continuar a ser relegada para segundo plano"› Líder do partido indiano das "baratas" detido antes de manifestação prevista em Nova Deli› Líder de Taiwan apela às democracias do Indo-Pacífico a que ajudem a manter a paz na região› Barack Obama em Portugal para conversa sobre liderança e resiliência› 8h Gasóleo: Zelensky critica Trump› Líder de Taiwan diz que despesas com defesa pretendem "impedir uma guerra"› Embaixador da Coreia do Sul na Ucrânia regressa a Seul após diferendo diplomático› Japão está "profundamente preocupado" com sanções dos EUA contra TPI› Portugal no centro do Atlântico digital. Autoestrada de dados ou potência tecnológica?› Seguro salienta a sua "total e absoluta oposição" à pena de morte› PR defende que "saúde mental não pode continuar a ser relegada para segundo plano"› Líder do partido indiano das "baratas" detido antes de manifestação prevista em Nova Deli› Líder de Taiwan apela às democracias do Indo-Pacífico a que ajudem a manter a paz na região› Barack Obama em Portugal para conversa sobre liderança e resiliência› 8h Gasóleo: Zelensky critica Trump› Líder de Taiwan diz que despesas com defesa pretendem "impedir uma guerra"› Embaixador da Coreia do Sul na Ucrânia regressa a Seul após diferendo diplomático› Japão está "profundamente preocupado" com sanções dos EUA contra TPI
Últimas

Houthis aproveitam reviravolta dos EUA fazem novo avanço decisivo que pode ter impacto no petróleo

CNN Portugal ·
Houthis aproveitam reviravolta dos EUA fazem novo avanço decisivo que pode ter impacto no petróleo

A guerra no Médio Oriente promete ficar pior antes de melhorar. Com Estados Unidos e Irão numas negociações que se vão eternizando, há outro ator a desviar a atenção na região.

São os Houthis, rebeldes do Iémen que continuam a conseguir avançar, colocando ainda mais em perigo a navegação no Mar Vermelho, mesmo que vão garantindo que todos os barcos que não tenham bandeira da Arábia Saudita podem passar.

Esta segunda-feira o grupo conseguiu capturar localidades estratégicas que, na prática, tiram o acesso das forças governamentais, que são apoiadas por Riade, ao Mar Vermelho.

Tudo isto depois de o The New York Times ter noticiado que os Estados Unidos cancelaram no último minuto um ataque contra os Houthis, que são em grande parte apoiados e financiados pelo Irão.

Horas depois do passo dado atrás pela Casa Branca - que continua a ignorar os pedidos do príncipe da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman, para se juntar ao combate -, os rebeldes conseguiram um avanço decisivo que pode colocar ainda mais em xeque o fornecimento de combustíveis fósseis, já que muito do petróleo e gás natural que não passam pelo Estreito de Ormuz estão a ser escoados por Bab al-Mandeb.

Os militares norte-americanos tinham até já carregado os aviões com bombas para descolarem pouco depois, até porque também o governo internacionalmente reconhecido do Iémen pediu ajuda a Washington DC, mas Donald Trump acabou por dar a ordem em sentido contrário.

De acordo com a agência Reuters, a luta centra-se, sobretudo, nas montanhas Kahboub, nomeadamente nas províncias de Taiz e Lahij, que separam a zona do Mar Vermelho do local que o governo ainda controla a sul.

Também à agência Reuters, um jornalista iemenita referiu que a ofensiva do momento é dos Houthis, que estão a tentar "manter o momento de avanço", mesmo que venham sendo expostos a ataques aéreos.

"Estas montanhas podem tornar-se cruciais para determinar se os Houthis conseguirão consolidar os seus recentes ganhos territoriais ou se as forças governamentais serão capazes de manter as posições necessárias para lançar uma contra-ofensiva", acrescentou o mesmo profissional.

Ler a notícia completa no CNN Portugal ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em cnnportugal.iol.pt — o conteúdo pertence a CNN Portugal.

Este assunto em outros veículos

Mais de CNN Portugal

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›