domingo, 18 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› 02h Contentor incendiado junto ao protesto na praça D. João I no Porto› Volta ao Mundo em 80 dias, filme que marcou a história do cinema, estreou há 70 anos› Donald Trump adia nova lei de sanções contra a Rússia› Manifestantes montam tendas em Lisboa para protestar o aumento do custo de vida› Papa tem alta e sai do hospital após ser operado a um cancro no pulmão› Jovens apoiantes de Lula e Flávio Bolsonaro em confronto a uma semana da segunda volta› Jornalistas da TVI/CNN vivem momentos de tensão em protestos em Paris› Raias, peixes e tartarugas estão a surpreender cientistas em expedição na Madeira› Idade nem sempre protege inquilinos em Portugal: mais de 1.400 títulos de desocupação foram emitidos em 2025› Toca do Lobo: produtora sediada em Viseu é a prova de que é possível fazer diferente fora dos grandes centros› 02h Contentor incendiado junto ao protesto na praça D. João I no Porto› Volta ao Mundo em 80 dias, filme que marcou a história do cinema, estreou há 70 anos› Donald Trump adia nova lei de sanções contra a Rússia› Manifestantes montam tendas em Lisboa para protestar o aumento do custo de vida› Papa tem alta e sai do hospital após ser operado a um cancro no pulmão› Jovens apoiantes de Lula e Flávio Bolsonaro em confronto a uma semana da segunda volta› Jornalistas da TVI/CNN vivem momentos de tensão em protestos em Paris› Raias, peixes e tartarugas estão a surpreender cientistas em expedição na Madeira› Idade nem sempre protege inquilinos em Portugal: mais de 1.400 títulos de desocupação foram emitidos em 2025› Toca do Lobo: produtora sediada em Viseu é a prova de que é possível fazer diferente fora dos grandes centros
Últimas

Tribunal anula suspensão de vistos de Trump para 75 países

Observador ·
Tribunal anula suspensão de vistos de Trump para 75 países

Um tribunal federal norte-americano anulou a suspensão dos vistos de imigrantes de 75 países, considerando que o secretário de Estado, Marco Rubio, excedeu a sua autoridade legal ao tomar esta medida no início de 2026.

A decisão foi tomada na sexta-feira pela juíza Jeannette Vargas, do Tribunal Distrital dos Estados Unidos da América (EUA) para o Distrito Sul de Nova Iorque.

Numa sentença de 61 páginas, a magistrada argumenta que a proibição decidida pela administração de Donald Trump é “manifestamente ilegal” e questiona a justificação do Governo de que os requerentes oriundos dos países em causa representavam um elevado risco de se tornarem um “ónus económico” para os Estados Unidos.

A decisão do tribunal pode resultar na revisão de milhares de pedidos já processados.

A juíza nota que as autoridades norte-americanas receberam ordens para negar vistos mesmo a imigrantes elegíveis, considerados provavelmente autossuficientes, em violação de uma norma que exige avaliações individualizadas de cada caso.

Os países afetados pela diretiva da administração Trump incluem várias nações da América Latina e das Caraíbas, como o Brasil, Colômbia, Cuba, Guatemala, Haiti, Nicarágua e Uruguai.

O congelamento da emissão de vistos foi implementado em janeiro deste ano e também abrangia o Afeganistão, Egito, Iraque, Irão, Marrocos, Nigéria, Rússia, Somália, Tailândia e Iémen.

Entre os autores da ação judicial estão cinco trabalhadores da Colômbia a quem foram negados os vistos com base nas novas regras, bem como seis norte-americanos que alegam que a proibição prejudicou os seus familiares no Gana, Jamaica, Guatemala e Etiópia, segundo noticiou o jornal The New York Times.

“Esta decisão representa uma vitória significativa para as centenas de milhares de famílias em todo o país e em todo o mundo cujas vidas foram mergulhadas no caos pela proibição de vistos ilegal e discriminatória desta administração”, reagiu Joanna Cuevas Ingram, advogada sénior do National Immigration Law Center, em comunicado.

De acordo com Cuevas Ingram, o tribunal “deixou claro que as leis de imigração não podem ser utilizadas para justificar a discriminação”.

Skye Perryman, presidente e CEO da organização não governamental Democracy Forward, defendeu que a decisão representa uma “rejeição retumbante de uma política ilegal e discriminatória que causou enormes danos a famílias e comunidades de todo o país”.

“A administração Trump-Vance não pode instrumentalizar a lei da imigração para criar listas negras de países inteiros, separar famílias e negar direitos garantidos pela Constituição impunemente”, disse.

Ler a notícia completa no Observador ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

Mais de Observador

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›