domingo, 11 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› Macron apoia "trégua energética genuína" e continua "ao lado de Zelensky"› Mais de 50 pessoas acampam no Porto pelo direito à habitação› Von der Leyen apoia Zelensky após críticas de Trump: "Luta por liberdade"› MURPI pede explicações sobre pensões. CGA? "Deve assumir consequências"› Superbikes: Miguel Oliveira oitavo no Estoril em nova vitória e recorde de Bulega› Furacão Simon atinge costa do México com chuvas intensas e ventos fortes› Obras condicionam trânsito na EN16 em Albergaria-a-Velha› ‘Imitação dos pássaros’, a peça que retrata a solidão (e conflitos familiares) em várias gerações› Ucrânia sob fogo: ataques russos fazem dezenas de vítimas, incluindo crianças› Milhares acampam em Madrid contra a crise na habitação› Macron apoia "trégua energética genuína" e continua "ao lado de Zelensky"› Mais de 50 pessoas acampam no Porto pelo direito à habitação› Von der Leyen apoia Zelensky após críticas de Trump: "Luta por liberdade"› MURPI pede explicações sobre pensões. CGA? "Deve assumir consequências"› Superbikes: Miguel Oliveira oitavo no Estoril em nova vitória e recorde de Bulega› Furacão Simon atinge costa do México com chuvas intensas e ventos fortes› Obras condicionam trânsito na EN16 em Albergaria-a-Velha› ‘Imitação dos pássaros’, a peça que retrata a solidão (e conflitos familiares) em várias gerações› Ucrânia sob fogo: ataques russos fazem dezenas de vítimas, incluindo crianças› Milhares acampam em Madrid contra a crise na habitação
Últimas

Evitar rastos de aviões atrasaria em 10 anos o impacto do setor no aquecimento global

Diário de Notícias ·
Evitar rastos de aviões atrasaria em 10 anos o impacto do setor no aquecimento global

Evitar a formação de rastos de condensação, as linhas brancas deixadas pelos aviões no céu, numa pequena parcela dos voos poderia atrasar em cerca de dez anos o aquecimento global atribuível à aviação, segundo um estudo.

De acordo com um estudo elaborado pela Klima Consulting, por encomenda da organização ambientalista Transport & Environment (T&E) e assinado pelo ex-cientista do Painel Intergovernamental sobre Alterações Climáticas (IPCC) Olivier Boucher, esta medida permitiria reduzir até 0,025 graus o aumento de temperatura previsto para 2050.

O relatório divulgado na terça-feira, 22 de setembro, calcula que, se o aquecimento gerado por estes rastos fosse reduzido para metade a partir de 2030, a contribuição da aviação para o aumento da temperatura global atingiria 0,08 graus em 2050, em vez de atingir esse nível uma década antes, em 2040.

Para 2070, a redução acumulada seria de cerca de 0,049 graus, segundo o estudo, que estima que evitar os rastos permitiria libertar entre 3 e 5 pontos percentuais da margem de aquecimento mundial disponível entre 2025 e 2050 para limitar o aumento da temperatura a 2 graus.

Os rastos formam-se quando o vapor de água emitido pelos motores condensa e congela sob determinadas condições de humidade e temperatura a grandes altitudes, podendo dar origem a nuvens que retêm calor na atmosfera.

Além disso, o seu efeito climático concentra-se num número reduzido de percursos.

Em 2019, apenas 3% dos voos foram responsáveis por 80% do aquecimento associado aos rastos, segundo pesquisas citadas pela T&E, com especial incidência nos voos noturnos e durante o inverno.

Por isso, os autores do relatório consideram que modificar ligeiramente as rotas ou os horários de determinados voos para evitar zonas atmosféricas propícias à sua formação pode ser uma das formas mais económicas de reduzir, a curto prazo, o impacto climático da aviação.

Aos níveis atuais de tráfego aéreo, reduzir para metade o aquecimento provocado pelos rastos de condensação equivaleria a evitar, a cada ano, entre 67 e 225 milhões de toneladas de CO2 equivalente — o que representa entre 7% e 23% das emissões globais de dióxido de carbono da aviação previstas para 2025.

"Desviar ou reprogramar apenas alguns voos poderia adiar em dez anos a contribuição da indústria da aviação para o aquecimento global", salientou a diretora de Aviação da T&E, Diane Vitry, classificando os rastos de condensação como uma das oportunidades mais acessíveis para reduzir o impacto climático do setor.

A União Europeia começou, em 2025, a controlar as emissões da aviação que não sejam de CO2, tendo a Comissão Europeia proposto, no âmbito da revisão do mercado europeu de carbono, conceder licenças de emissão gratuitas às companhias aéreas que evitem com sucesso a formação destes rastos.

Ler a notícia completa no Diário de Notícias ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.dn.pt — o conteúdo pertence a Diário de Notícias.

Mais de Diário de Notícias

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›