00h. Trump terá vetado planos do Pentágono para atacar Irão
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Jornal da meia-noite com a Laura Figueiredo. Laura, o governo apresentou esta quinta-feira a proposta do Orçamento do Estado para 2027. O PS tem dúvidas quanto à viabilização, o Chega avisa que não vai ser muleta do governo.
À apresentação da proposta do Orçamento do Estado para 2027 pelo governo, seguiram-se as reações dos partidos com assento parlamentar. À esquerda, as críticas centram-se no aumento do custo de vida e na falta de investimento em alguns setores. Já à direita, a Iniciativa Liberal denuncia que a proposta do governo aumenta a despesa pública e o Chega avisa que não vai ser muleta do governo. João Lourenço.
André Ventura ainda não oficializou o sentido de voto do Chega na votação do próximo Orçamento, na generalidade. No entanto, o presidente do partido deixa pistas.
É muito claro que é um mau orçamento e que é um orçamento que não corresponde às necessidades das pessoas. O Chega também não é muleta do governo, nem quer ser.
António Mendonça Mendes, do PS, não se atravessa com qualquer garantia para a votação final e promete estar atento a duas garantias.
Garantir que todos os projetos que estavam no PRR deveriam ser continuados e, em segundo lugar, que os prejuízos das tempestades que abalaram o país no início do ano, os investimentos desses prejuízos, também teria que estar no Orçamento do Estado.
A Iniciativa Liberal avança com o voto contra. Mário Amorim Lopes acusa o Executivo da AD de ser igual ao governo de António Costa no aumento da despesa.
Se quer aliviar o bolso dos portugueses, fazendo o esforço devido do lado do Estado, ou se não está para isso, não tem vontade, não tem capacidade, não tem coragem para o fazer e, portanto, mantendo tudo como está, naturalmente, nós não podemos acompanhar.
Isabel Mendes Lopes, do LIVRE, considera que o governo tem as prioridades trocadas.
Continua a escolher dar baixas de impostos, borlas fiscais, a quem, na verdade, menos precisa.
Já o PCP diz que todos os partidos que viabilizem o Orçamento vão ser responsáveis por acentuar as desigualdades do país.
Um orçamento que não dá resposta, que acentua desigualdades e injustiças. Quem viabilizar este orçamento e quem o apoiar é também responsável pela degradação das condições de vida.
Das críticas, passamos aos elogios. Paulo Núncio, do CDS, acredita que este é o orçamento que o país precisa.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.