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2h. Tensões no Médio Oriente alastram a vários países

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2h. Tensões no Médio Oriente alastram a vários países

Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

O jornal britânico Financial Times apurou que o programa secreto foi iniciado pela Rússia em 2023 com o nome de código C400-C30L. O objetivo era ajudar o Irão a desenvolver uma nova classe de armamento, nomeadamente os mísseis de cruzeiro supersônicos, que combinam a velocidade com a capacidade de voar a baixa altitude. Isto faz com que os sistemas de defesa aérea demorem mais tempo a detetar e interceptar os mísseis. Isto é especialmente relevante para o Irão, no Golfo Pérsico, onde os Estados Unidos e os aliados regionais operam sistemas avançados de defesa terrestre e marítima. Com este novo sistema de propulsão ramjet, o Irão seria capaz de ameaçar porta-aviões e outros navios de guerra norte-americanos no Médio Oriente. O especialista em mísseis iranianos, Fabian Hinz, explica ao Financial Times que os iranianos desejam adquirir há décadas esta tecnologia militar altamente sensível e estratégica. O Irão já construiu e testou em voo o sistema de propulsão ramjet, mas não há provas de que tenha sido implantado um míssil de cruzeiro supersônico com assistência russa. A correspondência divulgada mostra ainda que as negociações sobre o programa continuaram até este verão.

Maria Inês Rocha, com os detalhes desta ajuda secreta da Rússia ao Irão. Vamos agora à atualidade política nacional. O líder do Chega está inclinado para avançar com a moção de censura ao governo. É o que afirma André Ventura, que justifica esta tendência com as explicações dadas por Luís Neves esta terça-feira. O líder do Chega sublinha, porém, que a decisão terá de ser tomada com responsabilidade, uma vez que é líder de um partido e em nome da integridade e da decência.

Eu, pessoalmente, estou mais tendente a avançar do que a não avançar face a este conjunto de suspeitas que lhe referi.

Não, estou a dar-lhe uma opinião pessoal, estou a dá-la aqui enquanto cidadão, enquanto líder de um partido. Tenho uma responsabilidade, eu não faço a gestão de mim próprio só. Eu lidero um partido, o segundo maior do país, com muitos milhares de militantes, com muitos deputados, com muitos dirigentes. A minha tendência é esta face ao que está a acontecer e face às explicações absolutamente atrozes de Luís Neves durante a tarde de hoje. Porém, farei aquilo que, em nome da integridade e da decência, acho que deve ser feito.

André Ventura, que remeteu a decisão acerca desta moção de censura para o dia de quarta-feira, afirma ainda que dentro do partido há um consenso para avançar com a moção de censura ao Executivo e que esta vontade vem também de outras áreas políticas.

Se eu anunciar amanhã que vamos interpor uma moção de censura, João, é porque eu estou convencido disto: 100% dos deputados estão ao lado desta iniciativa, a grande maioria da sociedade civil está ao lado desta iniciativa e a grande maioria de pessoas, mesmo de outras áreas políticas, mas que tiveram responsabilidades e que intercruzam com o espaço do centro-direita e da direita, querem esta moção de censura.

A garantia de André Ventura em entrevista à CNN Portugal esta terça-feira.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

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