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Dentro deste robô bate um coração. Com ele, duas psicólogas ensinam as crianças a nomear as suas emoções

SAPO Lifestyle ·
Dentro deste robô bate um coração. Com ele, duas psicólogas ensinam as crianças a nomear as suas emoções

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SAPO 23 Setembro 2026 09:59 A palavra 'emoção' tem raízes no latim emovere, que sugere um movimento interno e a necessidade de expressão. O livro 'As Emoções do Robô Robi' explora essa temática. O robô Robi, ao longo da história, vai descobrir seus próprios sentimentos com a ajuda da Tristeza, refletindo de forma envolvente o aprendizado emocional de crianças. As autoras do livro, as psicólogas Mariana Mendonça e Rita Lampreia, ressaltam que reconhecer as emoções é essencial para a boa regulação emocional durante a infância. Resumo gerado por inteligência artificial, com base no artigo original. Podem ocorrer algumas inconsistências. Saiba mais. Ler Artigo Completo Conteúdo Este resumo foi criado com recurso a inteligência artificial. Embora esta tecnologia tenha sido concebida para ser útil e precisa, pode conter erros ou não captar todas as nuances importantes do artigo.

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Há palavras que conservam, na própria origem, uma imagem. “Emoção” é uma delas. Vem do latim emovere , verbo ligado à ideia de mover, agitar, pôr em movimento. Antes de designar aquilo que sentimos, a palavra já sugeria qualquer coisa que deixa de permanecer quieta dentro de nós e procura uma forma de se manifestar. Os romanos que cunharam o termo não tinham scanners cerebrais nem escalas de regulação emocional, mas já sabiam, pela língua que usavam, que sentir é sempre um movimento, e que um movimento sem destino tende a ficar preso algures dentro de nós. É essa mesma imagem, uma coisa presa que precisa de encontrar para onde ir, que está subjacente ao livro infantil As Emoções do Robô Robi , assinado a quatro mãos pelas psicólogas Mariana Mendonça e Rita Lampreia, com ilustrações de Catarina Pires Silva, que chega às livrarias portuguesas com a chancela da Planeta Junior. Um robô que ainda não sabe o que sente O protagonista do livro é, à partida, uma escolha pouco óbvia para falar de sentimentos. "Foi precisamente esse contraste que nos interessou. Para além de ser uma personagem bastante atual nos dias de hoje tendo em conta a AI, quando pensamos num robô, pensamos habitualmente em lógica, regras, programação, em alguém que funciona de uma forma previsível e quase sem emoções. E depois temos o Robi, que afinal sente tristeza, medo, alegria, zanga, tem dúvidas e precisa de aprender a perceber aquilo que se passa dentro dele", explicam as autoras. É justamente essa falta de manual de instruções que aproxima o robô das crianças que o vão ler: "De certa forma, isso aproxima-o muito das crianças.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em lifestyle.sapo.pt — o conteúdo pertence a SAPO Lifestyle.

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