As notícias das 14h
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Jornal das duas, edição do Miguel Viterbo Dias. O Primeiro-Ministro sinaliza que o Presidente da República está muito atento ao que se passa na educação.
O Primeiro-Ministro e o chefe de Estado que estiveram lado a lado no mesmo evento, na inauguração da Escola Secundária de Cascais. E Luís Montenegro aproveitou para sinalizar que António José Seguro acompanha de perto tudo o que se está a passar no setor da educação.
Um presidente da República sempre muito atento, empenhado e interessado naquilo que se passa na escola, em todos os níveis de escolaridade, com uma visão que é partilhada com o governo, de que o processo formativo dos cidadãos e a concretização da democracia e da liberdade começa precisamente na escola.
Luís Montenegro na inauguração da nova escola em Cascais, uma autarquia PSD, em que referiu a miúdas dificuldades com os exames nacionais.
Este ano que começa comporta novos desafios, como aquele que terminou, teve também as necessidades que tiveram que ser preenchidas e os objetivos que tiveram que ser alcançados. Muitas vezes com dificuldade, muitas vezes com a necessidade de estarmos predispostos a aguentar o tempo da mudança, o tempo do progresso.
Luís Montenegro numa plateia com António José Seguro, em que o presidente da República pediu ambição, mas evitou também um discurso de catástrofe.
Os resultados do PISA mostram que Portugal tem muito caminho a percorrer. Infelizmente, a expressão correta é muito caminho a recuperar. Com essa recuperação, temos todos de avançar melhor. É por isso que é obrigatório olhar para esses resultados com serenidade, mas também com ambição.
Presidente da República na inauguração de uma nova escola secundária em Cascais, em que marcou também presença o ministro da Educação.
E o presidente da República promete responder até quarta-feira ao requerimento apresentado pelo Chega para criar uma comissão de inquérito a Luís Neves.
José Pedro Aguiar Branco explicou hoje na Póvoa de Varzim, durante a inauguração de uma residência de estudantes, que a resposta negativa aos requerimentos anteriores não teve motivação política, mas apenas preocupações constitucionais.
O meu pronunciamento nos despachos 303, que eu acho que foi claríssimo, teve única e exclusivamente a ver com questões de natureza de conformidade constitucional e legal em relação àquilo que é a própria lei que regulamenta o funcionamento das comissões parlamentares de inquérito.
O presidente da Assembleia da República defendeu a posição anterior, mas disse ainda que se o requerimento estiver conforme a lei, não colocará nenhum entrave à comissão e até adiantou uma data para dar resposta.
Não tenho ainda conhecimento direto desse requerimento, que deu entrada nos serviços da assembleia, estão a analisá-lo e depois virá para o meu gabinete pra eu me poder pronunciar. E, portanto, penso que esse meu pronunciamento poderá acontecer entre amanhã e quarta-feira.
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