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As notícias das 10h

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As notícias das 10h

Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

As notícias com Carla Jorge Carvalho. A Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas considera a solução encontrada para os alunos sem vagas nas escolas bastante positiva. Em causa, o acordo para o alargamento das turmas no Conselho de Lisboa.

Foi a decisão que saiu ontem da reunião entre o Ministério da Educação e cerca de 30 diretores escolares. Durou cerca de sete horas. Os alunos sem vaga vão ser integrados em turmas que já estão formadas. Em declarações esta manhã aqui na Rádio Observador, o presidente da Associação dos Diretores, Filinto Lima, destaca que a estratégia decidida ontem na reunião resolveu rapidamente a situação de centenas de alunos. Fala, por isso, numa boa estratégia.

A estratégia penso que foi bastante positiva por parte do Ministério da Educação e da Agência de Educação, a Agência E. No caso de Lisboa, que é um grande conselho, eu diria que é o conselho no epicentro deste problema se situa, cerca de 500 alunos, palavras do Ministro da Educação, não tinham até ontem colocação nas escolas. E, portanto, e muito bem, o Ministério da Educação convocou cerca de 30 diretores do Conselho de Lisboa e resolveram o problema. Claro que foram sete horas de reunião, mas também percebemos que são muitos alunos.

Filinto Lima, no entanto, reconhece que o governo e os diretores escolares podiam ter reunido mais cedo para evitar a situação destes alunos. O presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas avança que são, sobretudo, alunos do primeiro ciclo e que vão ser contactados ainda hoje pelas escolas.

Esta falha de vagas foi mais ao nível do primeiro ciclo. Também do secundário, com certeza, embora o secundário as aulas começam mais tarde, só segunda-feira, mas mais ao nível do primeiro ciclo, mas a situação foi resolvida. Diria que mais vale tarde do que nunca e os nossos alunos a partir de hoje serão contactados pelas escolas para que, de facto, efetuarem a respetiva transferência e começarem com as suas aprendizagens.

É a reação depois da reunião de ontem entre governo e diretores escolares. Tudo aparentemente resolvido no Conselho de Lisboa, sendo que haverá ainda questões por resolver em escolas de outros conselhos mais populosos, como é o caso de Sintra.

E continua sem ser publicada a portaria com os novos valores a pagar aos médicos tarefeiros, os prestadores de serviço ameaçam parar de trabalhar para o SNS.

Estes profissionais aguardam pela portaria que vai definir os novos valores hora a pagar pelo trabalho à tarefa, o que terá de acontecer até o dia 30 de setembro. Mas em cima da mesa está já uma ameaça. Se houver uma redução efetiva dos honorários, os tarefeiros podem optar por uma paralisação massiva. Carlos Pedro.

E isso levará a constrangimentos nos hospitais públicos, nomeadamente nos serviços de urgência. A ameaça é deixada em declarações ao Observador pelo presidente da Associação dos Médicos Prestadores de Serviço. Diz que qualquer cêntimo abaixo dos valores hora atuais é negativo e isso vai resultar na paralisação destes médicos.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

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