7h. PS impõe condições para negociar OE
Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
Muito bom dia. Notícias às 07:00, na Rádio Observador, uma edição do jornalista Luís Soares. Na rentrée política do PS, o secretário-geral socialista acusa o governo de ser ineficaz perante as adversidades e de governar com insensibilidade. José Luís Carneiro traça também já as linhas vermelhas para a negociação do orçamento do Estado do próximo ano.
Revisão constitucional, pensões e também a resposta do Executivo às tempestades que assolaram o país no inverno passado. São estas as três matérias que o líder do PS quer ver discutidas para um eventual acordo com o governo para a viabilização do Orçamento do Estado para o próximo ano. Num discurso ontem à noite, na rentrée política socialista em Olhão, no Algarve, José Luís Carneiro frisa ainda que a primeira responsabilidade é sempre do governo, mas deixa já esses três pontos que podem ser fundamentais para a negociação em setembro.
Há dimensões que para nós são vitais. A primeira dessas dimensões tem a ver com os valores constitucionais e nunca, por qualquer hipótese, aberta ou camuflada, de abrir as pensões aos interesses privados. Nós, daqui a um ano, não podemos ter uma pessoa que seja, uma empresa que seja, uma autarquia que seja, que tenha vindo a ser afetada pelas tempestades e a quem o governo ainda não tenha respondido.
As condições do Partido Socialista para a negociação do próximo orçamento do Estado com o governo. Neste discurso, José Luís Carneiro acusa ainda a AD de ser ineficaz na governação e critica o discurso do primeiro-ministro e líder do PSD na rentrée social-democrata, na Festa do Pontal, que se realizou na sexta-feira.
Luís Montenegro optou na sexta-feira passada por um discurso de autojustificação e de censura àqueles que realizam o escrutínio do seu governo. Alguém tem de dizer ao primeiro-ministro que o rei vai mesmo nu. O governo e o primeiro-ministro não deram até hoje prova de conseguir reagir, responder com capacidade, com sensibilidade e com competência às crises que têm assolado o país.
As críticas de José Luís Carneiro ao governo e ao primeiro-ministro, que acusa de estar desligado da realidade do país. O PS antecipou este ano a abertura do ano político para agosto e assinalou a rentrée no Algarve, como aliás fez António Guterres há 31 anos. José Luís Carneiro diz que, na altura, o Partido Socialista deu o pontapé de saída para uma maioria e que agora o PS quer fazer o mesmo.
Há 31 anos atrás, tivemos aqui aquele que foi o pontapé de saída para uma nova maioria liderada por António Guterres. E hoje vamos dar um primeiro passo para afirmar uma alternativa de força, de confiança e de esperança para o futuro de Portugal.
Secretário-geral do PS numa referência ao antigo primeiro-ministro António Guterres, o discurso de José Luís Carneiro ontem em Olhão, na rentrée política do partido.
E no mapa dos incêndios, há a esta hora quatro considerados mais significativos pela Proteção Civil. Os incêndios em Trás-os-Montes são aqueles que envolvem mais meios no combate.
Um em Torre de Moncorvo, o outro em Boticas.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.