Morreu o arquiteto Pedro Brandão. Tinha 76 anos
O arquiteto Pedro Brandão, especializado em espaço público e regeneração urbana, morreu no domingo em Cascais, aos 76 anos, revelou a Sociedade Nacional de Belas Artes (SNBA).
Em comunicado, a SNBA lamenta a morte de Pedro Brandão, lembrando que coordenou a criação do Livro Branco da Arquitetura e do Ambiente Urbano em Portugal, em 1996, e que se doutorou em Espaço Público e Regeneração Urbana, pela Universidade de Barcelona, em Espanha.
Segundo a Ordem dos Arquitetos, da qual Pedro Brandão era membro honorário, o velório realiza-se na sexta-feira, ao final do dia, na Capela Nova Oeiras, distrito de Lisboa, e o funeral é no sábado em Barcarena, no município oeirense.
Pedro Brandão “dedicou uma parte muito significativa da sua vida à Arquitetura, à cidade, ao espaço público e ao associativismo profissional”, sublinhou a Ordem dos Arquitetos em nota de imprensa.
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Nascido em Lisboa em 1950, Pedro Brandão presidiu à Associação dos Arquitetos Portugueses, antecessora da Ordem, ao Centro Português de Design e à Comissão de Ética do Conselho dos Arquitetos da Europa.
Sobre o Livro Branco da Arquitetura e do Ambiente Urbano em Portugal, a Ordem dos Arquitetos lembra que Pedro Brandão “defendeu a responsabilidade partilhada entre cidadãos, Estado e profissionais na melhoria da qualidade da Arquitetura e das cidades”.
Pedro Brandão deixa ainda algumas obras publicadas, entre as quais “A Cidade Entre Desenhos” e “O Arquiteto e Outras Imperfeições” (2006). Pela Universidade de Barcelona saiu, em 2011, o livro “A Imagem da Cidade: Estratégias de Identidade e Comunicação.”
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.