domingo, 11 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› 2h Ataque aeroporto Riade é "inaceitável e terrível", diz Trump› Transmissão do fuzilamento de Nidal Hasan é "o indício final de que o país terá perdido a alma"› Obama em Lisboa: "Precisamos de novas instituições que funcionem mais depressa"› Estamos a assistir a "uma consolidação cada vez maior do exército" norte-americano no Médio Oriente› Sondagem mostra que Flávio Bolsonaro "multiplicou por três a diferença com que saiu da primeira volta da eleição"› "Para Passos Coelho era: 'que se lixe as eleições'. Para Montenegro é: 'que se lixe tudo menos as eleições'"› "O Governo deve evitar provocar o PS"› "Marine Le Pen está a usar uma técnica que o pai já usou"› "Os tempos de austeridade vêm para evitar males maiores"› França, "um dos grandes europeus", "deixou de controlar o andamento da vida coletiva"› 2h Ataque aeroporto Riade é "inaceitável e terrível", diz Trump› Transmissão do fuzilamento de Nidal Hasan é "o indício final de que o país terá perdido a alma"› Obama em Lisboa: "Precisamos de novas instituições que funcionem mais depressa"› Estamos a assistir a "uma consolidação cada vez maior do exército" norte-americano no Médio Oriente› Sondagem mostra que Flávio Bolsonaro "multiplicou por três a diferença com que saiu da primeira volta da eleição"› "Para Passos Coelho era: 'que se lixe as eleições'. Para Montenegro é: 'que se lixe tudo menos as eleições'"› "O Governo deve evitar provocar o PS"› "Marine Le Pen está a usar uma técnica que o pai já usou"› "Os tempos de austeridade vêm para evitar males maiores"› França, "um dos grandes europeus", "deixou de controlar o andamento da vida coletiva"
Últimas

Hamas pede a mediadores fim imediato da escalada de ataques em Gaza

RTP Notícias ·
Hamas pede a mediadores fim imediato da escalada de ataques em Gaza

O líder do Hamas, Jalil al Haya, alertou para o agravamento da situação na Faixa de Gaza e apelou ao fim imediato da escalada dos ataques e o cumprimento rigoroso das obrigações acordadas na primeira fase do plano de paz.

Segundo informou a organização num comunicado citado pelo jornal `Filastin`, Al Haya transmitiu aos mediadores e a governos aliados a sua preocupação perante o escalar dos ataques durante o conflito.

A primeira fase do plano de paz para Gaza, apoiado pelos EUA e acordado entre Israel e o Hamas em outubro de 2025, centrou-se num cessar-fogo militar imediato e na troca de prisioneiros por reféns, sendo mediado pelos EUA, Qatar, Egito e Turquia.

Embora a primeira fase tenha estabelecido uma suspensão temporária das hostilidades e das trocas, questões complexas relativas à governação permanente, à segurança a longo prazo e ao desarmamento completo do Hamas foram adiadas para fases subsequentes do acordo.

O dirigente palestiniano alertou igualmente para a rápida deterioração da crise humanitária no enclave perante a aproximação do inverno, agravada pelo bloqueio à entrada de maquinaria pesada para os trabalhos de reconstrução e pelas restrições ao fornecimento de abrigos temporários, tendas de campanha e equipamentos de proteção contra o frio.

O Hamas denunciou que o recomeço dos ataques seletivos e das operações militares, que afirma estenderem-se à Cisjordânia e aos acessos à mesquita de Al Aqsa, prejudica as perspetivas de estabilização e viola os compromissos multilaterais relativos à recuperação e reconstrução.

Nesse sentido, al Haya instou as partes mediadoras, os representantes do Egito e do Qatar, a exercerem a pressão necessária para autorizar de imediato a entrada de material de resgate e de assistência.

Por seu lado, os países mediadores reafirmaram durante as conversações o seu compromisso de manter a assistência de emergência à população civil e garantiram que prosseguirão os esforços diplomáticos junto dos atores com capacidade de influência para assegurar a aplicação integral do acordo formulado pela Casa Branca.

A guerra na Faixa de Gaza foi desencadeada pelos ataques liderados pelo Hamas em 07 de outubro de 2023 no sul de Israel, nos quais morreram cerca de 1.200 pessoas e 251 foram feitas reféns.

Em retaliação, Israel lançou uma operação militar em grande escala no enclave, que causou mais de 73 mil mortos, segundo as autoridades locais controladas pelo Hamas, com a destruição de quase todas as infraestruturas do território e a deslocação de centenas de milhares de pessoas.

Desde o início do atual cessar-fogo, acordado em outubro do ano passado, as autoridades da Faixa de Gaza contabilizaram mais de 1.300 palestinianos mortos em ataques das forças israelitas, que mantêm altas restrições à entrada de jornalistas e observadores independentes no território.

Ler a notícia completa no RTP Notícias ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.rtp.pt — o conteúdo pertence a RTP Notícias.

Mais de RTP Notícias

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›