A luz de Lisboa não é um mito e faz do azulejo identidade
O mais simples seria enviar umas quantas perguntas por escrito.
Não foi sequer opção.
O Atlântico liga Continente e Açores, e uma videochamada ligou Lisboa e Ponta Delgada, na ilha de São Miguel.
Deambulando por entre as árvores de um jardim público, Maria Ana Vasco Costa sorriu, entusiasmou-se e partilhou com o JE momentos do seu percurso de arquiteta-escultora-ceramista.
Já lá vamos.
Antes de se sentar nos bancos da escola, já Maria Ana vivera na pele isso a que chamamos liberdade para explorar, para sentir a terra, para sonhar acordada, com as ondas do mar a servir de banda sonora.
Para esta lisboeta assumidamente urbana, esse mês de insularidade na infância, em casa dos avós, deu-lhe muita coisa.
Lisboa também, claro.
Foi aqui que cursou arquitetura e que descobriu que a muito falada luminosidade de Lisboa.
Não, não é um mito.
Faz parte dos tesouros da cidade.
Isso e a diversidade de padrões de azulejos – a maior riqueza da cidade.
Faz até um paralelismo social, considerando que “a riqueza da diversidade humana é o valor maior quando falamos de cidade.” Londres foi uma “escola de arquitetura” para Maria Ana Vasco Costa.
Realça a importância de ter trabalhado com o premiado arquiteto David Adjaye, cuja prática implica uma atenção profunda aos materiais e um constante questionando de como podem ser usados.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em jornaleconomico.sapo.pt — o conteúdo pertence a Jornal Económico.