segunda-feira, 31 de agosto de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
Últimas

Irão - EUA. "A solução diplomática é sempre possível"

Observador ·
Irão - EUA. "A solução diplomática é sempre possível"

Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Gabinete de Guerra na Rádio Observador. Eu sou o Vasco Maldonado Correia e fazemos um ponto de situação nos conflitos na Ucrânia e no Médio Oriente. Hoje contamos com a ajuda do tenente-general Marcos Ronha. General, bem-vindo.

Obrigado nós. Começamos por uma notícia que nos chegou nesta madrugada. Os Estados Unidos lançaram um ataque contra a ilha iraniana de Larak, um ataque que resultou em dois mortos. General, eu perguntava lhe que interesse é que têm os Estados Unidos neste ataque a esta ilha em específico?

Boa tarde mais uma vez e a todo o auditório. Este mecanismo que o Irão, de algum modo acordou com o Omã, mas é um acordo que não vem a terreiro de forma aberta. Vamos lá ver. Para já, os Estados Unidos ontem tentaram e conseguiram passar alguns navios pelo corredor do Omã e conseguiram. E foi isso que leva a que o Irão se preparasse e até tomou diligências no sentido de minar essa parte do estreito. E isso, naturalmente, levou a uma resposta dos Estados Unidos, que já tinham avisado o Irão que não iam aceitar, naturalmente, qualquer ação de minagem a partir de um determinado momento. Aliás, houve declarações dos Estados Unidos que consideraram, pelo menos os corredores a sul, livres de minas e, portanto, habilitados a que os navios passassem naquela região, nomeadamente naquela zona mais a sul, que está nas águas territoriais do Omã, ou pelo menos está ali perto. O Irão já sabia que qualquer tentativa nessa direção, e foi o que tudo indicou que se passou, portanto, havia preparações na saída de Láqua para se fazer a minagem de algumas zonas dos canais do estreito, levou a uma intervenção dos Estados Unidos, que estão a monitorizar em permanência toda essa capacidade que o Irão tem de lançar minas ou de atacar os navios mercantes. Estavam avisados que iria haver retaliação e foi o que aconteceu. Uma retaliação moderada, portanto, os Estados Unidos não atacaram mais do que a infraestrutura militar adstrita a esta tarefa que a Guarda Revolucionária ia ter de minar, seja através dos lançamentos de minas, seja dos sistemas disparáveis, seja através de navios, de lanchas. Portanto, foi um ataque dimensionado a isso, os Estados Unidos não atacaram mais nada senão isso. E depois houve uma retaliação, como sabemos, do Irão sobre a base dos Estados Unidos na Jordânia. Estamos por aqui, mas há aqui uma ameaça latente dos Estados Unidos relativamente à questão da traficabilidade. E isso é o que vai continuar. Portanto, qualquer tentativa do Irão de impedir a passagem de navios, desses que são escoltados pelos Estados Unidos, vai com certeza ter consequências.

Ler a notícia completa no Observador ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

Mais de Observador

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›