sábado, 10 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› Cabo Verde quer português como língua oficial da ONU› Obama em Lisboa. Desafio da IA, guerra e "humanidade comum"› Ataque de Trump a Zelensky? Ucrânia reage e Rússia elogia: "Icónico"› Quase duas dezenas de ataques de colonos na Cisjordânia› Obama pede líderes "confiantes" que reconheçam "humanidade comum"› 21h Milhares de pessoas em protesto contra o aumento do custo de vida e da habitação› Seguro recebeu Obama em Belém: "Troca de impressões sobre atualidade"› Contestação ao aumento das propinas? "Nem vejo razão para isso", diz ministro das Finanças› Este explorador desceu às profundezas da Madeira para descobrir o que muda quando protegemos o mar› De Macklemore a Pink, a causa palestiniana divide o mundo artístico› Cabo Verde quer português como língua oficial da ONU› Obama em Lisboa. Desafio da IA, guerra e "humanidade comum"› Ataque de Trump a Zelensky? Ucrânia reage e Rússia elogia: "Icónico"› Quase duas dezenas de ataques de colonos na Cisjordânia› Obama pede líderes "confiantes" que reconheçam "humanidade comum"› 21h Milhares de pessoas em protesto contra o aumento do custo de vida e da habitação› Seguro recebeu Obama em Belém: "Troca de impressões sobre atualidade"› Contestação ao aumento das propinas? "Nem vejo razão para isso", diz ministro das Finanças› Este explorador desceu às profundezas da Madeira para descobrir o que muda quando protegemos o mar› De Macklemore a Pink, a causa palestiniana divide o mundo artístico
Últimas

Medidas de apoio aos portugueses: ajuda ou demagogia? — D...

Observador ·
Medidas de apoio aos portugueses: ajuda ou demagogia? — D...

Descubra a mobilidade elétrica e inteligente aqui . Expanda o seu mundo.

Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Muito bom dia. Num país com pouca margem orçamental e em que nenhum dos maiores partidos quer ir já para eleições, a discussão em torno das medidas de apoio aos portugueses, nomeadamente nas mexidas no IVA, tornou-se numa espécie de jogo do sério. O PS e o Chega apresentam propostas que esperam que o outro não aprove. E o governo agita o fantasma da falência de 2011. Mas a questão é, Helena Matos, como é que se pode ajudar os portugueses nesta crise?

A minha opinião, e isto é só a minha opinião, talvez tratando-os mais como adultos do que como crianças ou adolescentes a quem se vão dando umas coisas. Eu, aliás, recomendo hoje a leitura de dois artigos, um, o da nossa Helena Garrido, que está aqui sentada no estúdio e que tem uma pergunta que resume tudo: quando a crise for a sério, o que faremos? E nós, que crescemos a ouvir as canções do Jorge Palma, sabemos que há sempre uma crise à nossa espera. O outro artigo, eu achava que estava no Negócios, mas estou enganada, acho que não é no Negócios, dá conta, mas vão encontrá-lo por aí. Eu vi de manhã, tem a ver com o aumento da pressão, ou talvez não seja um aumento, a pressão do aumento na administração pública, das negociações que o governo estará a encetar ou já chegaram as reivindicações dos sindicatos. Pronto, já se sabe que irá sempre haver essa pressão, mas o que é importante no artigo não é isso. Para lá de que há sempre aquela pergunta, que a nossa administração pública, além de se administrar a si mesma, o que é que faz? Porque quando nós queremos contactar com ela, é tudo muitíssimo complicado. Mas para lá desta pergunta, aquilo porque eu recomendo a leitura desse artigo é para perceber como é que os governos têm em Portugal, sejam de direita, de esquerda, de centro, pouquíssima margem. Nós todos os anos temos aqui este exercício mirabolante do que vamos fazer assim, o governo dá e nós queríamos que pusesse, e vai para aqui, vai para ali. A verdade é que pode ir muito pouco, porque nós temos logo à partida, entre pensões, Serviço Nacional de Saúde, o próprio peso da administração pública e tudo isso, a margem dos governos é de facto muito pequena mesmo. E nós agora aquilo que temos aqui perante esta crise em que estamos, que não sabemos como é que pode evoluir de modo algum. Eu acho que é importante em cada crise ter a consciência de que à frente pode ser pior. E sobretudo quando são crises que não dependem daquilo que nós façamos. Ou seja, ao contrário do que aconteceu em 2011, em que nós na prática tínhamos aquele guião, tínhamos assinado aquele guião com os nossos credores, tudo aquilo, havia a convicção que se fizéssemos, cumpríssemos determinados passos, conseguiríamos sair daquilo em que estávamos. E na verdade, até foi isso que aconteceu. Mas nós não temos, como país, qualquer capacidade de interferência, nem sequer com a União Europeia, infelizmente, no que está acontecendo no Médio Oriente. Não temos mesmo, é escusado, não temos.

Ler a notícia completa no Observador ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

Mais de Observador

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›