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Incêndios: Protocolo para 2.º meio aéreo para a Madeira já foi assinado

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Incêndios: Protocolo para 2.º meio aéreo para a Madeira já foi assinado

Em declarações aos jornalistas, Miguel Albuquerque disse que esta foi uma "boa notícia" que o ministro da Administração Interna, Luís Neves, trouxe à Madeira na sua visita oficial, que teve início no domingo.

"O protocolo para o novo meio aéreo já está assinado e, neste momento, a Força Aérea tem instruções para abrir o concurso público para o segundo meio aéreo", adiantou.

Albuquerque falava na Quinta Vigia – a residência oficial da presidência do Governo madeirense -, no Funchal, após um almoço com o ministro Luís Neves.

O segundo helicóptero de combate a incêndios na Madeira esteve inicialmente previsto para o verão do ano passado, mas o início da sua operação tem sido sucessivamente adiado.

Em junho deste ano, o secretário de Estado da Administração Interna, Paulo Simões Ribeiro, afirmou aos jornalistas que o meio aéreo começava a operar em julho, mas o processo voltou a sofrer atrasos.

A Madeira tem, desde 2018, um meio aéreo em permanência a operar no Serviço Regional de Proteção Civil, que, além de auxiliar no combate a incêndios, é utilizado em operações de resgate.

O helicóptero em funções é custeado integralmente pelo Governo da Madeira, representando um investimento de 2,8 milhões de euros por ano.

Os custos deste segundo meio aéreo, que operará apenas nos meses de maior risco de incêndio, serão assegurados pelo Governo da República.

Questionado, por outro lado, se a situação política nacional fez parte do encontro, Miguel Albuquerque disse que não e considerou que o que está em causa "é a luta política", rejeitando que esteja em causa uma situação de fragilidade do Governo da República.

Albuquerque sublinhou que o primeiro-ministro é quem decide quem faz parte do seu Governo, referindo que Montenegro "já disse várias vezes que tem toda a confiança no ministro da Administração Interna".

Questionado também sobre se os dois governantes falaram sobre o processo judicial que envolve Miguel Albuquerque, que decorreu numa altura em que Luís Neves era diretor da PJ, o chefe do executivo madeirense garantiu que esse não foi um assunto abordado.

À entrada para o almoço, Luís Neves foi questionado sobre a instabilidade política no país e a possível apresentação de uma moção de censura na Assembleia da República por parte do Chega caso não saia do Governo.

O governante rejeitou sempre prestar declarações, tendo afirmado apenas: "Amanhã [terça-feira] falaremos sobre esses assuntos todos, estou absolutamente tranquilo".

Na terça-feira, Luís Neves marcará presença nas comemorações dos 148 anos do Comando Regional da PSP Madeira.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.noticiasaominuto.com — o conteúdo pertence a Notícias ao Minuto - País.

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